No relatório da OCDE, "Education at a Glance 2012", os dados relativos ao aumento ou diminuição do número de alunos nos anos mais próximos acompanham os argumentos apresentados por alguns bloggers e contrariam as "prospecções" do MEC. Haverá, em 2015, uma perda insignificante no grupo dos 5 aos 14 anos de idade e um aumento significativo dos 15 aos 19. É evidente que se pode projectar para 2030, mas corre-se o risco de se ter de alterar a projecção logo em 2020 ou até antes.
Paulo, certamente que as projecções do actual ME não são para 2015. O relatório da OCDE devia ter uma projecção mais alargada no tempo...
ResponderEliminarPor outro lado, nenhum Governo faz projecções para um tão curto prazo (3 anos), pelo que os recursos materiais, financeiros e humanos devem ser pensados a médio e longo prazo.
Daí que não será de estranhar que, tendo em conta os actuais valores da natalidade e a corrente emigratório que se verifica tenhamos em 2020 menos alunos do que temos agora. Infelizmente...
Devemos, e mais ainda no vórtice que se instalou, fazer previsões para os diversos prazos (então em economia :)) e não manipular os dados ao sabor das ideologias ou dos achamentos.
ResponderEliminarPedro: alguém nos garante que a corrente emigratória não vai parar e que a natalidade não volte a subir já em 2015? Há países que não acreditaram nisso e andaram pelo mundo, e andam, a contratar professores.
Paulo, não é uma questão de acreditar. É uma questão que os demógrafos estudam de forma rigorosa e estes estudiosos dizem que a demografia portuguesa não vai rejuvenescer nas próximas décadas... Infelizmente!
ResponderEliminarSei e respeito Pedro. Mas os tempos são o que são e as previsões também.
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