Os meus textos e os meus vídeos
segunda-feira, 27 de abril de 2026
"São os melhores a adaptar as aulas às necessidades dos alunos" concluiu a OCDE em 2018
terça-feira, 9 de setembro de 2025
Começa a ser muito tarde
"Recurso a professores sem habilitação profissional quadruplicou numa década. Falta de professores é transversal a vários países. OCDE alerta que recurso a professores não qualificados pode ter “implicações significativas” para a qualidade e para a equidade da educação."
terça-feira, 24 de setembro de 2024
terça-feira, 10 de setembro de 2024
terça-feira, 18 de junho de 2024
A OCDE elogia a criatividade de alunos e professores portugueses
Para a OCDE (2016) "os professores portugueses são os melhores a adaptar as aulas às necessidades dos alunos".
Para a OCDE (2024) os "estudantes portugueses estão entre os mais criativos da OCDE".
É um resultado positivo e surpreendente, uma vez que o Relatório concluiu que as escolas portuguesas são as que oferecem menos actividades científicas ou artísticas, e os alunos são os que menos frequentam actividades nestas áreas (na sociedade e na escola): só 10% frequenta conteúdos artísticos, 7% musicais, informática ou clubes de ciência, 6% teatro e 5% jornais escolares.
Neste sentido, e considerando todas as adversidades escolares, já há quem considere que isto explica a elogiada e reconhecia competência dos portugueses: "a propensão natural para resolver problemas e livrar-se de situações difíceis com facilidade e rapidez".
domingo, 23 de abril de 2023
[Cenário 3 da OCDE]
"[Cenário 3 da OCDE]
Hábitos enraizados como dar notas aos alunos desaparece e aprender passa a ser uma atividade de todo o dia orientada por profissionais da educação, mas nem sempre dentro dos limites das salas de aula e das escolas.As escolas estão abertas à participação de profissionais não docentes no ensino: atores locais ou parentes são bem-vindos à escola, assim como parcerias com instituições, como museus ou bibliotecas.No entanto, "os professores atuam como engenheiros de atividades de aprendizagem em constante evolução, e a confiança no profissionalismo dos professores é elevada", refere o relatório, sublinhando que "os professores com forte conhecimento pedagógico e ligações próximas a múltiplas redes são cruciais".
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
Da Memória e da Falta de Professores
Já lá estamos.
Em 27 de Fevereiro de 2018 escrevi assim:
A OCDE concluiu que há professores na Europa a precisar de tutorias e há quem pense de imediato em Portugal(...). Discordo. Há países onde já não há professores, tal os tratos a que o grupo profissional tem sido alvo. No Reino Unido e na Alemanha, por exemplo e lido assim de repente, precisam de tutorias porque há pessoas sem formação académica, e muito menos profissional, que recorrem ao ensino "apenas" para terem um salário. Em Portugal, como na França ou em Espanha, ainda não é tanto assim. Mas não tarda. Por cá, lá abrirão os telejornais com a falta de professores porque o estatuto da carreira se degradou. Quase que não existem alunos no não superior candidatos aos cursos de formação de professores e os excessos no tempo para a aposentação provocam baixas médicas em catadupa e uma atmosfera de substituições temporárias pouco apelativa.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
PISA e Repetições
Temos aí o PISA 2018. E, numa primeira análise, repitamos: uma população mais escolarizada e menos pobre vai reduzindo, naturalmente, o insucesso e abandono escolares e melhorando os resultados em testes internacionais como o PISA. Quando a sociedade estagna, as oscilações são, em regra, pequenas. É também o caso português. A partir da última década do século XX fomos diminuindo a pobreza e aumentando a escolaridade. Os resultados no PISA, por exemplo, melhoraram gradualmente neste século e têm tendência a estabilizar uma vez que a pobreza teima em não descer dos 2 milhões de pessoas. Se a sociedade contribui com 60% para o sucesso escolar, as escolas com 30% e os professores com 10%, tudo isto numa análise macro, obviamente, o tempo de uma legislatura tem reduzida influência nos dados de um país. Nesse período temporal, o que é possível é mudar uma escola ou num período ainda menor um professor pode alterar o percurso de um aluno ou de um pequeno grupo. E olhando para a nossa realidade, os resultados podem estagnar, ou descer, na média da OCDE, se a sociedade não elevar as pessoas e se as escolas, e a sua organização, mantiverem os níveis descendentes da última década associados à perspectiva caótica na renovação dos professores.
Duas notas: os nossos jovens estão felizes com a vida (a infância e a adolescência são, em regra, assim) mas ansiosos com a competição escolar; os alunos fazem uma apreciação muito boa dos professores, apesar de cerca de metade assumir que não os ouve.
quinta-feira, 21 de março de 2019
Pudera!
Um país que sustenta uma banca desvairada e um aparelhismo estratosférico, não estranha o seguinte: "Portugal é o país que mais penaliza as reformas antecipadas e dos que menos premeiam o trabalho até tarde." Há toda uma geração desgastada e com burnout inequívoco a trabalhar em idades "impensadas" até há pouco tempo. E é também por isso que me impressionam os ministros, ladeados de técnicos da OCDE, que sorriem quando anunciam más notícias para quem trabalha. Pode ser um nervoso miudinho, mas exigir-se-ia um bocadinho mais de contenção comunicacional.
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Mais Alunos no Secundário e menos no Superior

A conclusão é da OCDE e accionou os alarmes de circunstância: temos mais alunos do que a média da OCDE a frequentar o secundário (89%) e muito menos o superior (37%). Em Portugal, que tem uma histórica sociedade ausente que sobrecarrega a escola com uma agenda incumprível, a frequência obrigatória é elevada (foi assim na 4ª classe, no ciclo preparatório, mais tarde no 9º ano e actualmente no 12º). Não interessa o "como" da frequência. Como as escolas abrem todas em Setembro e sossegam as consciências, só segue para além do obrigatório quem tem retaguarda financeira ou ambição escolar familiar.
A discussão centra-se no fim das propinas. Concordo que a gratuitidade teria importância, mas não me parece a causa primeira e surpreendem-me alguns recém-convertidos. Há, desde logo, que resolver o apoio da sociedade aos estudantes, do superior também, desde a entrada na escola. É aí que a exclusão começa.
Para além disso, o custo de vida nas cidades com mais ensino superior é insuportável (principalmente para quem vem de "fora") e da responsabilidade de toda a sociedade.
Por outro lado, o profissional exige mudanças: a organização é um inferno de inutilidades burocráticas e os currículos reduziram demasiado o essencial (sublinhe-se que cerca de 80% dos alunos não vai para o superior; 50% dos alunos do secundário frequenta este profissional e são muitos os decisores que se gabam disso).
E depois temos o acesso ao superior. O superior deve organizá-lo. Seria mais democrático se acabassem os numerus clausus (os especialistas dizem que é possível) para evitar o clientelismo nas entradas. O secundário deve certificar o fim de um ciclo de estudos (que não é o mesmo que o fim da exigência, como há muito se comprovou). É uma mudança difícil, mas haverá mais sociedade e melhor escola e (é bom que esteja sentado) com crianças com mais tempo para brincar e adolescentes mais saudáveis. O regime actual estimula, e desde os seis anos de idade, mais trabalhos de casa, mais provas nacionais a eito (é uma praga cíclica), mais explicações, competição excessiva nos primeiros ciclos de escolaridade e exaustão de adolescentes. Não há regimes de acesso perfeitos, mas o existente tem consequências negativas directas e indirectas que explicam conclusões como esta da OCDE.
sábado, 15 de dezembro de 2018
Da memória e da falta de professores
Já lá estamos. Se ler o que se segue, identificará o sítio onde nos apressamos a chegar.
Em 27 de Fevereiro de 2018 escrevi assim:
A OCDE concluiu que há professores na Europa a precisar de tutorias e há quem pense de imediato em Portugal(...). Discordo. Há países onde já não há professores, tal os tratos a que o grupo profissional tem sido alvo. No Reino Unido e na Alemanha, por exemplo e lido assim de repente, precisam de tutorias porque há pessoas sem formação académica, e muito menos profissional, que recorrem ao ensino "apenas" para terem um salário. Em Portugal, como em França ou Espanha, ainda não é tanto assim. Mas não tarda. Por cá, lá abrirão os telejornais com a falta de professores porque o estatuto da carreira se degradou. Quase que não existem alunos no não superior candidatos aos cursos de formação de professores e os excessos no tempo para a aposentação provocam baixas médicas em catadupa e uma atmosfera de substituições temporárias pouco apelativa.
sábado, 1 de dezembro de 2018
Dos Trabalhos e dos Dias
E é muito bom quando o professor retribui. É quase sempre assim, "como sublinha a OCDE em relação ao respeito mútuo generalizado entre professores, alunos e encarregados de educação, ao mesmo tempo que diz que os professores portugueses são os melhores a adaptar as aulas às necessidades dos alunos." Aliás, o respeito e a boa educação são inalienáveis e é uma pena que a "OCDE conclua que a pequena indisciplina nos coloca no primeiro lugar do tempo perdido para começar uma aula". A OCDE não refere as causas, mas a nossa realidade é taxativa numa delas: o constante arremesso mediático ao professor que é partilhado até em locais inesperados. Sabem lá o que é uma sala de aula e a energia decisória que é necessária para corresponder a dezenas de solicitações importantes por parte de trinta indivíduos (crianças e jovens) por hora.
Os estudos mais recentes dizem que só "só os alunos dão ânimo aos professores" e que "os professores são vítimas de uma organização de trabalho que os adoece". Não será por acaso que o desenho das minhas alunas refere o planeta terra, não fosse o professor pensar que o sistema escolar é um manicómio antecipado pela sonda da NASA que aterrou em Marte.
domingo, 16 de setembro de 2018
E a OCDE serve que projecto político?
Os últimos dias permitiram um melhor conhecimento da história da OCDE, como, de resto, aconteceu recentemente com uma instituição parecida: o FMI. Ambas, a 1ª na educação e a 2ª na economia e finanças, servem um projecto político que se consolidou nas últimas décadas nos EUA e na Europa (PPE e socialistas da terceira via) e que foi responsável pela crise de 2007 e pelo aumento de riqueza dos tais 1%. Objectivamente é assim. Há mais resultados, alguns muito positivos como a paz, mas os dois referidos evidenciam-se até por permitirem a subida ao poder de forças extremistas demagógicas em consequência da queda das classes médias.
O último relatório, Education at a Glance, da OCDE, tem conclusões baseadas em dados errados sobre os professores portugueses. Os OCS agendaram de imediato as falsas conclusões sobre os professores e as instituições da democracia silenciaram-se. Esperava-se uma pronta correcção do Governo, até porque um dos secretários de estado da Educação dirige as reuniões do TALIS, departamento da OCDE com um "peso" semelhante ao PISA e que estuda as questões profissionais da educação. Mas não se ouviu nada de conclusivo e objectivo. Li o SE a desresponsabilizar-se sobre as erradas conclusões. Esperemos, então, pelos próximos capítulos.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Europa com falta de professores
A OCDE concluiu que há professores na Europa a precisar de tutorias e há quem pense de imediato em Portugal e no regresso dos professores titulares. Discordo. Há países onde já não há professores, tal os tratos a que o grupo profissional tem sido alvo. No Reino Unido e na Alemanha, por exemplo e lido assim de repente, precisam de tutorias porque há pessoas sem formação académica, e muito menos profissional, que recorrem ao ensino "apenas" para terem um salário. Em Portugal, como em França ou Espanha, ainda não é tanto assim. Mas não tarda. Por cá, lá abrirão os telejornais com a falta de professores porque o estatuto da carreira se degradou. Quase que não existem alunos no não superior candidatos aos cursos de formação de professores e os excessos no tempo para a aposentação provocam baixas médicas em catadupa e uma atmosfera de substituições temporárias pouco apelativa.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Os nossos jovens são os campeões da ansiedade na OCDE
Estamos no 4.0: da indústria à política e passando pela Europa, com o sublinhado nas pessoas e "no que significa ser humano" ("A Quarta Revolução Industrial" de Klaus Schwab). Apesar da escala global e da complexidade inédita, há um conjunto controlável de mudanças.
E o que é preciso mudar, por cá, na educação 4.0? Encontrar questões chave. A OCDE "agendou" a queda do modelo de acesso ao ensino superior. Entre outras conclusões, os nossos jovens são os campeões da ansiedade: "sempre acima da média. Quando começam a estudar, ou vão fazer um teste, ou em muitas outras situações." Há uma legião de medicados para a concentração (um eufemismo), outra de viciados em jogos de computador (são horas a esquecer o mundo) e ainda outra com dificuldades relacionais (os desportos de grupo, por exemplo, "desapareceram" na idade 14-18; sobrevive o ubíquo futebol). Se todas as idades são belas e inesquecíveis, a dos 14-18 ficará marcada pela substituição de amigos por rivais e pela falta de tempo para ter tempo. É uma tristeza, um imperativo de saúde pública e um processo que se arrasta às idades inferiores. É por causa destas consequências, e de um rol de injustiças comprovadas, que defendo há muito alterações no sacrossanto acesso ao superior, como defendi o fim de provas nacionais anuais (finais ou intermédias) nos mais pequenos, a par de toda a parafernália de procedimentos que publicitam e hierarquizam as classificações das crianças e sobrecarregam a competição. E nada disto se relaciona com rigor na avaliação ou exigência. Talvez, e aí confesso algum arcaísmo, coloque em lugar cimeiro a confiança nos professores.
Nota: o esgotamento, e a desorientação, do modelo de acesso fica patente na argumentação (prós e contras) à volta da nota de Educação Física.

sábado, 10 de fevereiro de 2018
Algo que tenho repetido
Alterar o sacrossanto acesso ao ensino superior, que condiciona o sistema escolar desde a entrada na escola.
"O director do Departamento de Educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Andreas Schleicher, manifestou nesta sexta-feira a esperança de que Portugal acabe “por deixar cair” o sistema de exames nacionais ligado ao acesso ensino superior, uma realidade que identificou como um dos “principais problemas” do sistema educativo português, pela pressão que exerce sobre professores, alunos e famílias e pela uniformização do ensino que promove.(...) “Porque é que os estudantes portugueses estão sempre muito mais ansiosos do que os colegas dos seus países?”, questionou Schleicher a propósito dos resultados das entrevistas realizadas a jovens de 15 anos no âmbito do PISA, os testes da OCDE que avaliam a literacia dos alunos naquela idade. Os portugueses ficam sempre acima da média quando se trata de ansiedade. Seja quando começam a estudar ou quando vão fazer um teste ou em muitas outras situações.(...)
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
da memória recente e da avaliação de professores
Numa pesquisa dentro do blogue, fui parar a um post de 10 de Fevereiro de 2017 com o título "do Pisa e do óbvio".
Escrevi assim (antes de o leitor continuar, olhe para a imagem que acompanhou o post e recorde-se da recente desobediência da ex-ministra no preenchimento de uma plataforma com a sua avaliação; sorria, abane a cabeça na horizontal, mantenha-se sentado e continue; se for caso disso, claro):

Os resultados dos alunos melhoram em proporcionalidade directa com os aumentos da escolarização da sociedade e do número de pessoas da classe média (ou da redução de pobres), num processo que exige tempo. Este princípio elementar é confirmado por Portugal nos resultados PISA, de 2000 a 2015, que testa alunos de 15 anos em competências (e não nos tradicionais conteúdos disciplinares) de leitura, ciência e matemática. Mesmo que as principais políticas educativas dos diversos governos tenham sido (em regra e reconhecido pelos próprios) inaplicáveis, inexequíveis, com radicalismo ideológico, contraditórias ou incoerentes, a ambição escolar das famílias, associada à capacidade dos professores na adaptação das aulas aos alunos (os professores portugueses são os melhores da OCDE neste requisito), assegura o progresso dos resultados.
A Europa "concluiu" a massificação escolar no período em que Portugal a iniciou: a década de setenta do século passado. Em 2003, já iniciávamos uma recessão escolar coordenada pelos ministros que se vêem na imagem, com excepção do moderador, Marçal Grilo, que é do tempo expansionista. Esse despovoamento a eito do território, em modo de mega-escala desconhecida no mundo estudado, foi a linha condutora entre os ministros (como nestes assuntos os resultados são a médio e longo prazos, o INE acaba de anunciar que o abandono escolar precoce aumentou em 2016, depois de 13 anos em queda, com saliência para o número de jovens que não concluiu o 12º ano; desde 2002 que isso não acontecia). A jornalista do Público titulou a notícia do encontro de ministros com mais um momento de delírio revisionista: "Maria de Lurdes Rodrigues diz que a avaliação de professores terminou em Portugal". É difícil ler o texto sem abanar a cabeça ou sorrir e a culpa não será da jornalista.
terça-feira, 12 de setembro de 2017
dos números do abandono escolar
Como há muito se sabe, a taxa de conclusão do ensino secundário (escolaridade obrigatória) em Portugal continua longe do aceitável. O "Relatório da OCDE destaca as altas taxas de abandono dos estudantes nacionais. Cerca de 40% dos nossos alunos não conseguem concluir o secundário em três anos. Mais de metade da população ativa portuguesa não tem o ensino secundário e apenas cerca de 60% dos alunos que entram nesse nível de ensino conseguem concluir os estudos sem atrasos significativos. Esta é uma das principais conclusões do Education at a Glance 2017, o relatório que analisa a educação nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico. Tendo em conta dados de 2016, cerca de um terço (31%) dos jovens adultos entre os 25 e os 34 anos abandonaram o secundário, quase o dobro da média da OCDE. Para a OCDE este é mesmo um dos grandes desafios do nosso país: "em primeiro lugar assegurar o acesso à educação e depois assegurar que os estudantes completam os estudos..."
Adenda:
"...PROFESSORES: UMA PROFISSÃO EM CRISE.
sábado, 1 de abril de 2017
Agora são tutorias para professores
A OCDE veio dizer que há professores na Europa a precisar de tutorias e há quem pense de imediato em Portugal e no regresso dos professores titulares. Não é assim. Há países onde já não há professores, tal os tratos a que o grupo profissional tem sido alvo. No Reino Unido e na Alemanha, por exemplo e lido assim de repente, precisam de tutorias porque há pessoas sem formação académica, e muito menos profissional, que recorrem ao ensino "apenas" para terem um salário. Em Portugal, como na França ou na Espanha, ainda não é assim. Mas não tarda. Por cá, lá abrirão os telejornais com a falta de professores que começa a ser uma preocupação porque a insanidade organizacional, e os excessos no tempo para a aposentação nos do costume, provoca baixas médicas em catadupa.
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Pelo Público , em 5 Março de 2026. O texto tem 6 ligações. A leitura na edição online do Público é de acesso gratuito. Como acordado, o text...
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Pelo Público , em 9 de Fevereiro de 2026. O texto tem 4 ligações. A leitura na edição online do Público é de acesso gratuito. Como acordad...
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Título: Do aumento brutal das desigualdades educativas Texto: "Em Nova Iorque, explicadores privados para estudantes do ensino secundá...