É mais uma cratera de 3 mil milhões de euros no BPN que é conhecida no mesmo dia que em se anuncia que o Governo prepara mais uma redução salarial na função pública e um dia depois da troika suspeitar que afinal os 4 mil milhões de euros da refundação são insuficientes.
A austeridade só terminará quando as classes média e baixa taparem de vez as crateras do modelo BPN e o "sector educativo" continuará "o escolhido".
Claro! Onde é que acha que eles iam rapinar, nos subsídios de risco dos faroleiros? Pois, serão meia dúzia...
ResponderEliminarMas é uma vergonha o que o país tem feitos aos professores. Nuno Crato bebe da mesma cartilha dos Relvas, Sócrates, Passos, Gaspar e etc.
ResponderEliminarConcordo com os dois e sublinho a ironia do Lúcio.
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