E, se me permitem, com Passos Coelho ao leme. As inverdades da campanha eleitoral foram impreparação da família da tirada do "salário mínimo". Às tantas não mentiu e não passa de mais um trapalhão. É grave e perigoso na mesma. Dá ideia que Passos Coelho ouve umas coisas, mas que estudou pouco e que andou por empresas que desqualificam a economia.
Cortesia do Carlos VC.
Por muito imprevisível que tivesse sido, inicialmente, a actual governação de Passos Coelho, seria muita ingenuidade ter acreditado que ele teria alguma “teoria económica global”, quanto mais não fosse analisando o seu currículo.
ResponderEliminarO problema é que os eleitores votam sempre na perspectiva de que pior do que estão não poderão ficar e sem conhecer em concreto aqueles que realmente determinarão o seu futuro ditando boa parte das medidas governativas, quase sempre os responsáveis pela Economia e pelas Finanças.
Quanto mais impreparado for o líder de um Governo, mais longe se ficará de qualquer coisa que se assemelhe a uma ideologia e mais perto de um “patchwork” político... verdades de Monsieur de La Palisse (ou Palice, consoante os gostos!).
De acordo, ana.
ResponderEliminarIngenuidade ou falta de raciocínio ou adesão, mesmo.
Entre as 3 hipóteses, prefiro a adesão.
Ingenuidade ou burrice já não são explicação.
E fico com a ideia que há um forte fanatismo ideológico partilhado com Gaspar e com o poder alemão (pelo menos esse). Barroso também me parece crente nas virtudes do modelo.
ResponderEliminarNeste sentido, as promessas da campanha eleitoral (não peremptório aos cortes em subsídios e salários) são mentiras conscientes. Seria uma hecatombe imperdoável, se a mentira se associasse a uma modelo ultraliberal.
Para o Comentador Pedro vocês não os deixam trabalhar.
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