A crise europeia evidencia uma queda do ultraliberalismo e de uma das escolas associadas: a do Goldman Sachs. Draghi viu a sua missão, a confiança bancária, severamente abalada com o caso Chipre, Monti passou à história e os enviados para solo lusitano, Borges, Moedas e Gaspar, estão ao nível de um astrólogo (com todo o respeito para quem se atreve a adivinhar o futuro). Isto é bom ou mau? É duplamente mau e era previsível, como foi nos EUA com a queda de 2008. Mas os europeus são mais conservadores, mais lentos e mais estáticos.
O terrorismo financeiro anda à solta.
ResponderEliminarVivemos cada vez mais condicionados pelo medo e a assistir ao descalabro da Europa que, mesmo que seja mais lenta, pode ter um desfecho violento e catastrófico...
Concordo Carlos. Temos motivos para preocupação.
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