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quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Para Variar: a Escola do Goldman Sachs Voltou a Activar a Bomba de Neutrões?

É a escola do Goldman Sachs. "Oferece 15.000 milhões" por 30.000 milhões de imparidades (registado muito superior ao executável). É o resultado do crédito de neutrões. Ou seja, a bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que "só" destrói os organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média e a levou à falência com o edificado intacto. Recupera o edificado na desesperada banca intermédia por metade do preço e espera que o executável suba. E repete a operação com Portugal novamente muito exposto à especulação imobiliária.

terça-feira, 5 de março de 2019

Três anos depois

 


 


 


Na revista do Expresso (p:42:13:11:2016)Joseph Stiglitz disse, antes da vitória de Trump e pensando nos dois lados do Atlântico, que não gosta do termo "populismo", embora se preocupe com a erosão do centro político. "O "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra o elitismo." O Nobel da economia (2001) prefere o termo demagogia. Dá um exemplo: "Números "surgidos" do nada como o limite de 3% do défice." Fala, por exemplo, da batota em relação ao défice da França, do falhanço rotundo da troika e da moda recente dos governantes não eleitos made in Goldman Sachs. Uma entrevista interessante, até para não dizermos que foi incompreensível a ascensão eleitoral da Trump Tower.


 


4ª edição

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

da escola do Goldman Sachs

 


 


 


É a escola do Goldman Sachs. "Oferece 15.000 milhões" por 30.000 milhões de imparidades (registado muito superior ao executável). É o resultado do crédito de neutrões. Ou seja, a bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que "só" destrói os organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média e levou-a à falência com o edificado intacto. Recupera-o na desesperada banca intermédia por metade do preço e espera que o executável suba.


 


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sábado, 12 de novembro de 2016

Da essência da coisa e da Trump Tower

 


 


 


E é isto: "(...)No jantar de caridade de Al Smith, com a hierarquia católica de Nova Iorque e o poder político, financeiro e mediático ao lado dos dois candidatos, Trump chamou corrupta a Hillary e disse várias piadas ofensivas. A resposta dela foi uma gargalhada falsa, uma máscara afivelada para consumo externo. Quem visse aquilo nas várias plataformas, da televisão à rede, veria um grupo poderoso e privilegiado de amigos, mulheres com jóias e homens emproados, onde ela parecia a rainha e Trump o primo da província. Teria sido útil, por uma vez, observar uma reação emocional.(...)" escreveu Clara Ferreira Alves (CFA) na revista do Expresso (03:12/11/2016). No primeiro caderno, CFA diz que "Trump é um fascista, não em sentido clássico, rodeado de criminosos de colarinho branco." Até arrepia. Espero que não se confirmem os piores cenários. É evidente que Trump é um oportunista que se gaba de fugir a impostos, e de não sei quantas trafulhices, e de não respeitar os direitos mais elementares das pessoas envolvidas nas suas actividades. Mesmo assim, coabitou anos a fio com o arco governativo. A imagem é elucidativa e encontramos inúmeras da mesma família nas democracias ocidentais. No mundo real registamos a oportunista hipocrisia em nome institucional ou o modo oligárquico de apropriação do bem comum. E ficava aqui a tarde toda a detalhar um pântano que nunca dá bons resultados.


 



Adenda: Na mesma revista (p:42), Joseph Stiglitz diz, antes da vitória de Trump e pensando nos dois lados do Atlântico, que não gosta do termo "populismo", embora esteja preocupado com a erosão do centro político. "O "populismo" mistura coisas muitos diferentes. Podemos chamar de populista um candidato que diz preocupar-se com os 90% de pessoas que um dado governo deixou para trás? Isso não é merecedor de crítica. O populismo até pode ser um remédio contra o elitismo." O Nobel da economia (2001) prefere o termo demagogia. Dá um exemplo: "Números "surgidos" do nada como o limite de 3% do défice. Aplaude o Governo português que devia ser premiado e não o contrário." Fala, por exemplo, da batota em relação à França, do falhanço rotundo da troika e da moda recente dos governantes não eleitos made in Goldman Sachs. Uma entrevista a não perder, até para não dizermos que é incompreensível a ascensão eleitoral da Trump Tower.



 


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sexta-feira, 15 de julho de 2016

De Nice ao TPI

 


 


 



"Um outro passo para a paz exige que os quatro das Lajes sejam julgados no TPI e não pelo Goldman Sachs", 



 


é um raciocínio que ouvi a quem conhece o efeito devastador que Bush, Aznar, Blair e Barroso provocaram no médio oriente. O Tribunal Penal Internacional deve ter a palavra para tentar pacificar (e absolver os "quatro", se for esse o caso) a onda de terror e delinquência que se vai globalizando.


 

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Que vergonha!

 


 


 


"O senhor Barroso fez a cama dos antieuropeus. Apelo, pois, solenemente, a que abandone esse cargo", apela o secretário dos Assuntos Europeus francês Harlem Désir. Barroso tem um grande descaramento e continua, como político, a enriquecer longe dos eleitores. A sério e repito: vale a pena ler o romance "Pai Nosso" de Clara Ferreira Alves; a personagem é bem desmontada.


 


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quarta-feira, 13 de julho de 2016

tomai feelings

 


 


 


"Vais marcar," é o que se diz a todo o avançado que é lançado no jogo. Quando a "profecia" se concretiza, uma em mil, transforma-se num crente feeling. Compreende-se os protagonistas. Aceita-se. Não se espera diferente. Já um PR deixar escapar uma escapadela a Fátima também se aceita. Da figura não se espera diferente. São feelings. Se a antevisão mediática de um jogo chegava com dois dias e o rescaldo com outros dois, a partir de agora será permanente. São feelings para todos. É irrefutável a festa. Nem os exemplares islandeses escapam à globalização. Pode o Deutsche Bank ter o destino do Lehman Brothers que os pobres portugueses sonharão com a oportunidade futebolística de ouro para os filhos, como substituição escolar, enquanto uns quantos dirigentes lá vão premiados para os Goldman Sachs deste mundo.


 


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sábado, 9 de julho de 2016

Barroso, Arnaut, BES, Balsemão, Bilderberg, Panamá Leaks, quarteto das Lajes, troika, país de tanga, Carlos Moedas, comissão europeia...

 


 


 


O que é que cimenta o título? Goldman Sachs (pode saber mais aqui).


 


Em 20 de Janeiro de 2015, um post dizia assim:



"Arnualt "interveio decisivamente para que fosse desbloqueado o empréstimo do Goldman Sach´s ao BES em vésperas do colapso do banco" e "já estava já no Goldman Sachs quando elogiou "o legado de Ricardo Salgado" e afirmou que "o BES é um banco profundamente estável". Esta malta, que acusava os seus críticos de uns sem-mundo, têm também um historial de delapidação do orçamento do Estado e são responsáveis pelo estado a que chegámos."


 



Sobre a personagem Durrão Barroso pode começar por aqui (Jorge Sampaio responsabiliza o Cherne pela invasão do Iraque): pelo demolidor romance de Clara Ferreira Alves.


 


Sobre o Goldman Sachs fica o vídeo.


 


 




sexta-feira, 8 de abril de 2016

Mais perto do abismo?

 


 


 


Fui à procura do primeiro post sobre "vistos gold" (é de 22 de Fevereiro de 2014) e tem esta passagem: "(...)A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói "apenas" organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que diz atrair a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.(...)".


 


A coisa complica-se. Basta seguir o trajecto habitual do capitalismo desregulado. Regras complexas e "necessidade" de acelerar processos a bem das nações e das economias. Repare-se nos offshores. Depois de tudo o que se tem passado, e de se saber que a vasta maioria dos utilizadores anda pela corrupção e pelas ilegalidades à volta de património, ainda ouvimos pessoas ligadas aos aparelhos partidários, como ontem na quadratura do círculo, a justificar a existência de offshores em nome de uma qualquer agilidade. E depois, umas bofetadas, ou umas arrojadas trumpianas, desviam as atenções e preenchem as primeiras páginas. Já nem sei que diga mais. Fico-me pelo título do post.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

continua a festa da banca

 


 


 


Nem o "Novo Banco" disfarça (a mediatização do oxi grego tem camuflado mais um desastre) o destino dos empréstimos: mais 2 mil milhões para a parte boa do banco num processo semelhante a 80% do capital injectado na Grécia: J. P. Morgan e Goldman Sachs foram os fiéis sorvedouros. Os defensores políticos destes procedimentos desorientaram-se com os gregos e andam a exigir referendos para incluir a Grécia. Imagina-se o desespero dos "bons alunos" e mais ainda dos "além da troika".


 


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 Primeira página do Expresso de 04 de Julho de 2015.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

os gregos avançam e recuam? Pudera...

 


 


 


Percebeu-se, desde logo, que os governantes gregos não tinham descido do Olimpo e que estavam determinados a enfrentar a dívida colossal e os indicadores de miséria da Grécia. Revelaram-se preparados para ir ao casino da banca alemã e francesa (não esqueçamos os "Goldman Sachs") e jogar contra os DDT's deste mundo correspondendo ao apelo dos europeus que, contudo, consideravam o combate impossível e destinado ao fracasso na primeira esquina. Os governantes gregos estão a enfrentar o fim da história decretado pelo Eurogrupo. Compreendo os avanços e recuos e desejo que sejam bem sucedidos. Estão a tentar e não se refugiaram nos prognósticos no fim do jogo nem no "não há nada a fazer". Sem precipitações, os casinos assim o exigem, esperemos pelos próximos lances.


 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

always gold

 


 


 


Fui à procura do primeiro post sobre os "vistos gold" (é de 22 de Fevereiro de 2014) e tem esta passagem: "(...)A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói "apenas" organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que diz atrair a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.(...)".


 


E depois, basta seguir o trajecto habitual do ultraliberalismo. Regras complexas, muito complexas e em letra tamanho três, e a "necessidade" de acelerar processos a bem da nação. Repare-se que hoje há outra notícia da mesma família. Depois de tudo o que se tem passado, a privatização da TAP volta à agenda. Já nem sei que diga mais.


 


 


 


 


 


 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

a meritocracia na versão monetária

 


 


 


 


Os ultraliberais inundam a linguagem com a meritocracia, aplicada aos outros, claro, e depois nomeiam o ex-ministro-adjundo Moedas para comissário da inovação e ciência. Ou seja, o membro de um Governo que arrasou com a Educação e a ciência em Portugal vai gerir os 80 mil milhões de euros europeus; deve ter a bênção do Goldman Sachs.


 


Crato ficará para a história, segundo um seu amigo, como um "science killer"; veja-se lá. Mas o ministro já sentenciou sobre a nomeção de Moedas com uma declaração que deve ser lida ao contrário, como Crato nos tem habituado nas mais diversas variáveis: "Carlos Moedas é um profundo conhecedor". É claro que o ministro pode também estar a saltar do barco e a indicar o nome do verdadeiro "science killer".


 


 


 


 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

repetições, milhões, burlões e neutrões

 


 



 


 


 


Cansa um bocado repetir, mas é um dever: a bolha imobiliária de 2007 foi imaginada uns anos antes com o produto subprime que era uma uma espécie de bomba de neutrões: o edificado, intacto, regressou à banca, as pessoas faliram e uma vaga de revenda anda por aí com novos produtos como o "visto gold".


 


Só que nem tudo cabe em folhas excel. Só na Europa há cerca de 11 milhões de casas vazias. Em Portugal a coisa aproxima-se do milhão e os sem-abrigo não param de aumentar. É mais um retrato da última mentira de Passos Coelho: "o país está melhor".


 


 


 


 


 


 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

passos e os neutrões

 


 


 


 



 


 


Expresso, 21 de Fevereiro de 2014. Primeira página.


 


 


 


A bomba de neutrões, a última variante da bomba atómica, é um pequeno dispositivo termonuclear que destrói apenas (e sublinho o apenas para "parafrasear" Passos Coelho) organismos vivos. Nessa linha, o Goldman Sachs criou o subprime, também conhecido por crédito de neutrões, que endividou a classe média, levou-a à falência e recuperou o edificado intacto. Nesta altura, o Goldman Sachs lança outro produto do género, os vistos gold, que atrai a endinheirada classe média chinesa e afins e já a expõe a vendas especuladas à potência cinco.


 


Quando Passos Coelho diz que o "país está melhor" é porque tem a lição bem estuda pelos Goldman Sachs que o conduzem. Empobreceu as pessoas para além da troika, como fez questão de sublinhar desde o início, mas manteve o edificado e os interesses respectivos intocados. Prepara-se agora para uma  segunda vaga. Pensa esmifrar ainda mais os do costume como evidencia a primeira página do Expresso e deita o olho aos 22 mil milhões dos fundos estruturais que aí vêm para que os seus sigam o seu exemplo (até com avaliação do desempenho). Passos e Relvas fizeram formação de pilotos, e demais pessoal aéreo, para servirem nos inúmeros aeródromos que nasceriam na zona centro do país. Como é possível que um país europeu tenho um primeiro-ministro com este nível?