segunda-feira, 15 de julho de 2013

a com b só que depois há c

 


 


 


A Escola A tem 5 professores da disciplina X para 4 horários e a vizinha Escola B tem 5 professores da disciplina x para 6 horários. Agruparam-se as escolas, terraplenando as suas organizações, para que a Escola B não contrate outro professor da disciplina x. A MegaEscola AB ficou com 10 professores da disciplina X para 10 horários, mas com 11 da disciplina y para 10 horários. A vizinha Escola C tem 10 professores da disciplina y para 9 horários e para que não contrate um professor da disciplina y criou-se a MegaMegaEscola ABC. E podíamos ficar a noite toda a aumentar a escala, a terraplenar organizações escolares e convencidos que reduzíamos despesa.


 


Não seria mais sensato não agrupar, e não terraplenar, escolas e criar estruturas (lembro-me dos implodidos CAE´s que deveriam ter visto a implosão das inúteis DRE´s) que fizessem o metabolismo basal, descrito no primeiro parágrafo, numa organização minimamente civilizada? Tanto tempo perdido, tanto financiamento desperdiçado e até já temos, veja-se lá, software que faz o tal metabolismo basal com uma estrutura administrativa ligeira, eficiente e com respeito pelas pessoas e pelo bem comum.


 


 

4 comentários:

  1. Concordo com cada ideia do segundo parágrafo, mas os parasitas e seus comensais são altamente adaptativos.

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  2. Renovação Comunista16 de julho de 2013 às 12:24

    Mobilização para fazer a Democracia funcionar e resolver a crise

    A crise política em progressão há já duas semanas, agravou-se em resultado da intervenção do Sr. Presidente da República. Em vez de agir com os poderes claros que a Constituição lhe confere, nomeadamente o poder de dissolver a Assembleia da República e convocar eleições ou o poder de nomear um governo, optou o Sr. Presidente da República por desencadear um processo confuso e de discutível conformidade com as regras democráticas que adia perigosamente a resolução dos problemas para um horizonte inaceitável de 12 meses ou mais. Ora, é neste quadro de grande exigência e complexidade com que o país está confrontado, fruto de uma crise económica que se agrava, que o Sr. Presidente recusou eleições num tempo útil que permitissem a clarificação política e legitimassem os representantes do povo como é exigido por uma maioria nítida da opinião pública. Decidiu, ainda, não aceitar a proposta de remodelação do governo que o atual Primeiro Ministro lhe apresentou, retirando-lhe autoridade e legitimidade; embora fragilizado, decidiu manter o governo em funções mesmo com ministros demissionários apesar da premência negocial com os credores e das dificílimas questões suscitadas pela aplicação do programa de ajustamento; e desencadeou um processo negocial para um compromisso de “salvação nacional” de “médio prazo” que exclui inaceitavelmente os partidos da esquerda parlamentar e visa comprometer o Partido Socialista com a linha de desastre económico que tem sido conduzida por PSD e CDS. Admite ainda a escolha de uma personalidade que medeie o processo negocial e possa vir a assumir a chefia de um governo que resultasse de tal compromisso.

    Perante o agravamento da situação, a Renovação Comunista considera:

    1) O caminho enunciado pelo Sr. Presidente da República, é perigoso por contornar os mecanismos regulares constitucionais, discriminar a esquerda parlamentar e eternizar o clima de crise política, precisamente quando é necessário proceder a uma rápida clarificação por forma a legitimar um novo governo, por via eleitoral, capaz de empreender a renegociação das condições de financiamento do país e retomar uma política de estímulo económico.

    2) A presente iniciativa do Sr. Presidente da República tem em vista alargar a base política de apoio ao governo da direita, à sua deriva austeritária e aos ataques ao Estado Social, tentando comprometer o Partido Socialista apesar deste insistir, e bem, que não aceitará responsabilidades de condução política sem novas eleições e que não aceitará compromissos que recusem obstinadamente o estímulo económico. Ora, é precisamente a recusa em romper com a austeridade e a passividade perante o que pretendem os credores que tem levado o país ao desastre económico e está na base do colapso deste governo. O Sr Presidente da República, em vez de gerar as condições para o país sair da crise como as que poderão resultar de novas eleições e de um novo governo, parece privilegiar com a sua proposta que mais forças, neste caso o PS, se submetam e aceitem avançar para o precipício em compromisso com o PSD e o CDS e a sua orientação económica e os seus objectivos de guerra de classe aos trabalhadores.

    3) À austeridade “a todo o custo” que pontificou nestes dois anos de governo da direita, passamos agora a ter um período em que se tenta manter a direita no governo e no fulcro da condução política, a todo o custo, apesar da condenação da opinião pública, adiando e congelando os procedimentos de decisão que a Constituição estabelece.

    4) Torna-se por isso imperativo que todos os democratas, os partidos de esquerda e centro-esquerda, centrais sindicais e movimentos sociais, compreendam a urgente necessidade de articulação e de convergência por forma a tornar credível ao país a perspectiva de uma nova maioria de centro-esquerda e de esquerda, para resolver a crise e gerar uma solução política em consonância com que o que é o interesse nacional e com o que estabelece a Constituição. O caminho pa

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  3. Concordo. Mas as orgânicas podem atenuar isso e aumentar a eficiência.

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  4. Por aqui não se paga a publicidade mas convém não exagerar porque posso apagar comentários.

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