sexta-feira, 12 de julho de 2013

mudança de nomes no 1º ciclo

 


 


 


 


As alterações curriculares no primeiro ciclo fazem sorrir qualquer um. O "anti-eduquês" torna-se eficiente quando elimina a má burocracia e o rol de inutilidades informacionais que "impossibilitam" o ensino, mas é inconsequente ou regressivo quando se trata da construção curricular. É, portanto, acutilante na crítica e mais do mesmo ou passadista quando se trata de apontar o caminho.




O desaparecimento das áreas curriculares não disciplinares atingiu também o primeiro ciclo. O estudo acompanhado, por exemplo, foi substituído pelo apoio ao estudo. Diz-se que agora é de frequência obrigatória e que integra o currículo, mas o estudo acompanhado era exactamente assim e na prática também se destinava a apoiar o estudo a duas ou três disciplinas (mais o português e a matemática). Uma das críticas mas usuais ao estudo acompanhado era a sua obrigatoriedade, o que agora se realça na epifania.


 


Outra novidade denomina-se por oferta complementar que inclui uma das eliminadas com a mediatizada supressão das áreas curriculares não disciplinares: a educação para cidadania. É cómico, realmente. Neste grupo de ofertas incluem-se ainda o inglês e as tecnologias da informação que já são ensinadas neste ciclo de ensino há cerca de vinte anos em muitas escolas. E só não o fazem melhor porque todos os anos têm de aturar "reformistas" que ainda por cima despacham tarde e a más horas.


 


 

1 comentário:

  1. Mais do mesmo, mas mais horas!
    Estou muito velha para estas mudanças que nada mudam.

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