quinta-feira, 8 de agosto de 2013

ppp´s escolares assaltam em agosto

 


 


 



 


 


pior lógica das PPP´s tenta invadir o mercado da Educação. Não é coincidência o facto do CDS/PP, a direita radical, digamos assim, mandar no Governo ("associado" a uma ala de peso no PSD) e de estarmos em pleno Agosto que é o mês propício para as maiores "patifarias" nos negócios do sistema escolar. Por mais que se prove que e liberdade de escolha da escola é um eufemismo e um retrocesso, os gananciosos que pretendem deitar mão ao orçamento da Educação tudo farão para alterar o azimute (também muito usado na Astronomia e nas organizações militares) uma vez que o imobiliário está em crise prolongada.


 


Na mesma altura em que se noticiam coisas destas, também se fica a saber o seguinte:


 


 




 


 

6 comentários:

  1. Então? Despedem funcionários e professores na função pública para pagar aos privados. É o desperdício do dinheiro público, num momento em que a crise decreta "contenção". Sinto-me roubado, expropriado, violentado por estas políticas ignóbeis.

    Essa das reformas está o máximo. A democracia vai cair de podre...

    ResponderEliminar
  2. Dar cheques para as pessoas mudarem os filhos para os privados?

    Se no futuro haverá menos estudantes no público, muitas escolas vão encerrar. Depois o governo (qualquer que seja, isto é sempre igual), anulará estes apoios (cheques), como muitas escolas publicas terão fechado, não existe outro remédio que não continuar com os filhos no privado, mas a pagar.

    Em menos de 10 anos o ensino passará a ser todo privado.

    Esta ideia nunca resultará porque o ensino privado vai ser invadido por interesses partidários, como acontece na saúde e na banca.

    E outra pergunta: quem não tem filhos deverá pagar impostos para depois darem ao ensino privado? Não é justo.

    ResponderEliminar
  3. Mais perguntas e algumas questões que me passam pela cabeça: - Que estabelecimento privado conceituado estará na disposição de baixar os preços? - É óbvio que os privados não irão aceitar toda a gente, por falta de infraestruturas, por falta de pessoal, etc.. Sendo assim, o que irá mudar na realidade? - Também me parece óbivo que os privados, por motivos de status quo, não estarão na disposição de receberem maus alunos/alunos problemáticos. Será que isto não irá levar a uma degradação ainda maior do ensino público? Se juntarmos todos esses maus alunos/alunos problemáticos, não estaremos nós a deixá-los ainda mais para trás? - Não estaremos também a proteger demasiado as crianças e os jovens? É que os privados costumam ser extremamente rígidos nas interações sociais.

    ResponderEliminar
  4. Os políticos viraram abutres, nem na bancarrota se coíbem de sacar...

    ResponderEliminar
  5. Paulo, é desta a morte da escola pública!

    Vamos ver colégios cheios de alunos NEE, alunos de todas as cores a animar os recreios dos colégios privados, alunos indisciplinados a serem chamados ao Sr. Diretor do Colégio, e por fim às escolas públicas moribundas restarão os melhores alunos!

    Este é o país do faz de conta,
    Morra o Dantas PIM!

    ResponderEliminar
  6. Para um esclarecimento cabal do que está em jogo nesta "investida" - para mim é disso que se trata - julgo ser necessário fazer uma análise crítica das razões que o Ministério da Educação e a direita possam invocar para avançar com este desiderato:
    - os princípios que a própria Constituição consagra: "o direito à educação dos filhos", a liberdade de aprender e de ensinar", e "o direito de criação de escolas particulares e cooperativas" (artigos 36ª e 43ª;
    - e a propalada melhoria da qualidade de ensino que o privado introduz no sistema.
    A análise do primeiro ponto requer uma competência de exegese constitucional apurada, mas ela é necessária como uma primeira aproximação do tema.
    Para o segundo ponto, são necessários estudos de sociologia da educação (não se os temos, mas eles existem noutros países, não sendo ainda possível neste momento saber com precisão se a melhoria deve ser atribuída ao essência do setor privado ou outras variáveis de difícil mensuração.
    Como terceiro ponto, será necessário proceder a uma crítica das razões ideológicas subjacentes às decisões políticas, de modo a pôr a nu todos os efeitos possíveis dessa decisão, sobretudo conduzindo a um deimnvestimento na escola pública, a uma maior diferenciação social e a um reforço dos interesses económicos da dominação financeira.
    É sempre bom, como remate, o exemplo da Finlândia: com o melhor sistema educacional a nível mundial, com 1% de ensino particular.
    finalmente

    ResponderEliminar