Há muito que se sabe que o outsourcing contratado pelo Estado também passa por empresas que se dedicam à higienização das instalações. Uma actividade que deveria ser da mais elementar transparência, transformou-se numa indústria de privatização de lucros "encostados ao Estado" e na exploração de pessoas.
Os despedimentos de assistentes operacionais nas escolas (e noutros sectores do Estado) relacionam-se também com estes negócios que pretendem incluir assistentes administrativos e, a médio prazo, professores (algumas cooperativas de ensino já iniciaram o percurso).
O vídeo que pode ver a seguir, é acompanhado da seguinte frase: "O dono da Conforlimpa, que está em prisão domiciliária por fraude fiscal, já tem uma nova empresa de limpezas para a qual transferiu os antigos clientes."
Sem comentários:
Enviar um comentário