A manipulação da informação relacionada com a troika e com o segundo resgate andou a reboque do resultado (primeiro previsões e depois derrota conclusiva) do PSD nas autárquicas. Deve ser um guião proveniente de alguma loja instalada nas universidades de verão.
No dia da derrota, vi um noticiário por cabo que abriu com Durão Barroso a dizer que "nem se pense num segundo resgate" (48 horas antes tentou impressionar o eleitorado com a ameaça do dito segundo) e com Cavaco Silva a registar crescimentos económicos e segundo resgate para as calendas.
Dois dias depois, a guerra interna no PSD deve ter abandonado de vez Passos Coelho. Ontem, o Público deu nota do acontecimento.
O irrevogável Portas, uma das figuras mais nefastas das duas últimas décadas da nossa democracia, continua a dança em pontas e a ridicularizar a inteligência colectiva dos portugueses. Quando um político deste calibre ainda governa, e se imagina como candidato a eleições, é porque não tem qualquer respeito pelos eleitores.
O sindicato do crime constituído pela Troika vive parasitando nos juros das dívidas soberanas por ela criadas, como é que vem agora com tangas de que não quer? Isso seria uma contradição em termos!
ResponderEliminarO que Portugal não deveria querer era uma classe politica vigarista, corrupta, que se baseia no compadrio e negociatas entre quem mais convem e cuja accções já obrigaram o País a recorrer ao FMI 3 vezes nos ultimos 37!
ResponderEliminarGuilherme Silva. 'Passos não será necessariamente recandidato a primeiro-ministro'.
ResponderEliminarBarroso talvez engula as palavras ditas por quem tem responsabilidades particulares pela actual situação. Pavoneia-se pelo mundo, nos hotéis e recepções de 5 estrelas, à custa dos contribuintes. Assim é fácil pedir sacrifícios aos outros...
ResponderEliminarOs laranjas afiam as facas longas.... Um traidor não escapa ao destino...
ResponderEliminarPonham os olhos no Gaspar. Meteu a viola nos saco e foi dar música ao FMI. O governo está fora de prazo.
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