segunda-feira, 14 de outubro de 2013

do aperto do cerco

 


 


 


 


Dá ideia que o Tribunal Constitucional impede o derrube definitivo da democracia. Nem sei se há governantes deliquentes, mas é seguro que há gente a sacar ao Estado ao ritmo de sempre. Ainda hoje se soube que o Hospital da Cruz Vermelha sacou ao Estado o triplo do necessárioE o que fez o ministro da pasta? Renovou o contracto por um terço.


 


Voltando ao constitucional, o Público de hoje tem uma crónica muito pertinente.


 


 



 


 


 


 


 


 

7 comentários:

  1. Os cidadãos da República (e, outrora, súbditos do Reino) têm, de uma vez por todas, de meter algo na sua cabeça: o Estado que temos tido nos últimos 160 anos (pelo menos contabilizáveis...) só faz este género de investimentos para ajudar os amigos dos políticos que estão, na altura, no poder... Como é que pensam que a riqueza das grandes familias portuguesas começou? É facil, basta pesquisar um pouco... Por isso estas parcerias público-privadas têm sempre a mesma equação: quando se perde o Estado paga e o Privado respira, quando se ganha o Estado não recebe e o Privado ganha. Não vale a pena mais "teorias"...

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  2. Como terceirizar os serviços do estado?

    Fazendo exactamente o que os Governos do PSD, CDS (e com o silêncio do PS) estão a fazer actualmente. Ou seja, dar aos privados serviços importantes, numa lógica de gerar negócio pelo negócio - as pessoas adoeçem, as crianças precisam de educação, é lucro garantido.

    Nós não temos funcionários públicos a mais, estão talvez mal distribuidos, mas o governo não quer dar os mesmos direitos que os privados, em termos de mobilização. Mesmo o custo com os funcionários públicos, é ligeiramente superior á média da OCDE (lembrem-se que nós temos dois arquipélagos, os países não são todos iguais).

    O governo aproveita assim, para aplicar a sua teoria neoliberal, que nunca funcionou em tempos de vacas gordas, e muito menos vai funcionar em tempos de vacas magras, ou seja, irá agravar a crise para todos, não esquecendo o drama que é ficar sem emprego, num tempo de crise!

    Além disso, o governo irá terceirizar os serviços prestados, aos privados, aumentando assim os custos para o próprio estado, e principalmente para os cidadãos! Vejam o caso da EDP, Galp, etc, pagamos a energia mais cara da Europa, antes de impostos, isto é delinquência de estado!

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  3. É muito mais fácil acenar com a insustentabilidade do SNS (ou seja, saúde só para quem pode -- ou, na cabeça de alguns, só para quem faz por isso) do que cortar as torneiras dos dinheiros públicos aos negócios privados! Na educação é igual com as cooperativas e como o cheque-ensino.

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  4. Destruição da Escola Pública, destruição da Educação dos nossos filhos e do seu futuro, destruição da Saúde Pública, cortes nas fontes de rendimento dos reformados e dos funcionários Públicos. Privatização de empresas públicas que davam lucro e geravam riqueza para o Estado. Aumento dos impostos a todos os trabalhadores Portugueses, etc, etc... Quando acordarem, já será tarde! O programa ideológico de nos transformar em países periféricos, com mão de obra barata, com uma população sem estudos, sem conhecimento, não reivindicativa, que alimentará a economia dos países ricos, enquanto vivemos na miséria, já está concluído. E depois será tarde demais.

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