Como se contam pelos dedos de uma mão as personagens do arco da governação que defendem sem tibiezas a escola pública, os tribunais são, a exemplo de outras situações, um refúgio democrático que atenua a "ausência" dos referidos partidos políticos.
É assim com a prova dos professores contratados.
Ou com o estatuto do ensino particular e cooperativo, onde a maioria quer instituir a lei da selva na Educação.
Pena que quem solicita a intervenção dos tribunais o faça demasiado tarde!
ResponderEliminarDá ideia de que os que representam os professores vão a reboque das suas iniciativas e não o contrário.
Nisto tudo , não há inocentes.
ResponderEliminarSe os representantes podiam (deviam) ser mais expeditos, os representados podiam (deviam) ser mais claros (convincentes) na manifestação daquilo que pretendem e defendem...
Os representantes devem ser a expressão e o veículo da(s) vontade(s) dos representados, como é óbvio.
Mas serão assim tão óbvias quais são as vontades dos representados?
Confesso-me cada vez mais cheio de incertezas...
Quanto aos tribunais, realmente ainda vão valendo. Não percebo bem se cada vez mais ou se cada vez menos...
Que raio de democracia, esta! Cada vez suscita mais dúvidas e inseguranças. Isto é muito perigoso...
O que faz aquela vírgula ali em cima, no primeiro período? (Ainda se chama período?) :)
ResponderEliminarAinda hoje espero escrever um post sobre o tema Ana.
ResponderEliminarMuito perigoso Carlos, concordo.
ResponderEliminarEspero postar sobre o assunto.