sábado, 4 de janeiro de 2014

sigam o Gaspar

 


 


 


 


Vítor Gaspar, ex-ministro das finanças também conhecido pelos dotes vagarosos e algo meteorologistas, não era um tu-cá-tu-lá com a Comissão Europeia, com o Governo alemão, com o BCE e com o FMI? A resposta é um sim inequívoco. Mas mais: era também um valor seguro para os mercados, quiçá até o único trunfo da credibilidade portuguesa nesse mundo meio-casino-meio-trafulha.


 


E o que fez o tal de Gaspar-do-excel-e-peixe-de-águas-profundas-com-desprezo-pelos-votos? Reconheceu os dois anos de erros graves e demitiu-se, com carta no mesmo dia e tudo e sem qualquer referência ao Tribunal Constitucional.


 


O que é que fizerem os mercados e a economia portuguesa? Melhoraram os indicadores e deram sinal de vida, apesar das trabalhadas do vive-primeiro-ministro-irrevogável, do impreparado Passos Coelho e do "irrelevante" presidente da República.


 


Conclusão óbvia: demitam-se todos que o país, a economia, os mercados, a Comissão Europeia, a Alemanha, o BCE e os do FMI agradecem.


 


É isso que até Vasco Pulido Valente reconhece hoje no Público.


 



 


 


É também isso que o negociador da nossa dívida deixa implícito, mesmo que de forma inconsciente.


 



 


 


E é o que Francisco Louçã detecta, com toda a facilidade, no primeiro magistrado da nação. O "irrelevante" transformou-se num peso para o país e para a democracia.


 



 


 


 


 

5 comentários:

  1. Nem mais! Estamos fartos destes trafulhas!

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  2. Cavaco ao ser eleito não tem o dever de fazer cumprir a Constituição? Para que gasta o pais milhões de euros para manter um inútil em Belém?

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  3. A ideia deste parasita sempre foi esta. Dá cobertura a tudo, como sabe que vão ser chumbadas e que fica tudo para mais tarde quando a troika já cá não estiver. Este tipo foi aquele que destruiu a pesca, a agricultura e a indústria dando subsídios a torto e a direito quando era 1º ministro...

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  4. Enfim. O que diz alguma coisa do nosso país é alguém que se recusou a condecorar o Salgueiro Maia chegar a PR e andar agora a enaltecer os 40 anos do 25 de Abril. É no mínimo estranho.

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