sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

abecedário

 


 


 


 


Estamos a precisar de um novo abecedário para escrever palavras como honra, honestidade, prestígio, modéstia, humildade, amizade, respeito e por aí fora. Mas de um abecedário despretensioso e construído com paciência e de modo artesanal; como na imagem. E olhem que não é falho de ambição.


 


 



 


 


 


(1ª edição em 25 de Dezembro de 2010)


 


 


 


 

12 comentários:

  1. Muito interessante. Precisamos de uma nova linguagem dos costumes. E uma nova linguagem obriga à emergência de uma Acção Renovada.
    Portugal precisa!!!

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  2. Portugal precisa de Acção Renovada. Huummm!!! Tou a ver. Vou nessa.

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  3. Abecedário sem Juízo

    A é a Ana, a cavalo numa cana.
    B é o Beto, quer armar em esperto.
    C é a Cristina, nada fora da piscina.
    D é o Diogo, com chichi apaga o fogo.
    E é a Eva, olha o rabo que ela leva.
    F é o Francisco, come as conchas do marisco.
    G é a Graça, ai mordeu-lhe uma carraça!
    H é a Helena, é preta, diz que é morena.
    I é o Ivo, põe na mosca um curativo.
    J é o Jacinto, faz corridas com um pinto.
    L é o Luís, tem macacos no nariz.
    M é a Maria, come a sopa sempre fria.
    N é o Napoleão, dorme dentro do colchão.
    O é a Olga, todos os dias tem folga.
    P é a Paula, entra de burro na aula.
    Q é o Quintino, que na missa faz o pino.
    R é o Raul, a beber a tinta azul.
    S é a Sofia, engasgada com uma enguia.
    T é a Teresa, come debaixo da mesa.
    U é o Urbano, que caiu dentro do cano.
    V é a Vera, com as unhas de pantera.
    X é a Xana, caçando uma ratazana.
    Z é o Zé, foi ao mar, perdeu o pé.


    Luísa Ducla Soares, A Gata Tareca e Outros Poemas Levados da Breca, Teorema

    Retirado do “ESPAÇO POÉTICO”


    Renovação precisa-se

    Há falta de inspiração e muita inércia. Há que renascer das cinzas e mostrar uma nova cultura, uma nova forma de agir, uma nova filosofia de vida em comunidade.
    Vamos fazer pontes entre culturas.

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  4. Concordo contigo, Paulo.

    Também procuro reencontrar a simplicidade. Nada como começar pelas palavras.

    Mas julgo que não temos de inventar novas palavras, basta recuperar aquelas que, há uns tempos, faziam sentido.
    E exorcizar as palavras "eduquesas" que são pretensiosas e ocas.


    Beijo

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  5. Paulo guilherme trilho prudêncio19 de setembro de 2010 às 12:01

    Viva Reb



    bj

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  6. Tão simples e tão certeiro, Paulo!
    Precisamos desse novo/antigo abecedário e de uma nova sociedade!!!!

    E concordo também com a Reb!

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  7. Olá Paulo!

    Penso que andam muito escondidinhas estas palavras. E há mesmo muito pouca gente que as conheça.
    É urgente mesmo!
    Bjo

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  8. Magnificamente oportuno. Linkei tu sabes onde. ;-)

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