segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

da tragicomédia

 


 


 



 


 


 


José Sócrates afirmou-se, ontem na RTP1, "como um mero militante de base do PS". É isso que os média destacam.


 


Mas o momento mais risível foi ouvir o outrora chefe do PS a contestar a avaliação do desempenho como primeiro critério para o despedimento nas empresas.


 


Sobrou a indignação, apontou a injustiça e a subjectividade e incomodou-se com a arbitrariedade que fica nas mãos das tutelas. Uma encenação que deita por terra qualquer sinal de nobreza que queiramos ver neste género de políticos. Recordou-me a campanha eleitoral de Passos Coelho e a classificação acertada para o modelo de avaliação de professores: kafkiano. Quem olhar para o modelo em vigor encontrará o mesmíssimo ambiente disfarçado pelas congeladas progressões na carreira. A não ser que os dois últimos chefes de Governo desconheçam o significado de kafkiano e que façam da mentira um modo de vida não irrevogável; é uma qualquer escola, realmente.


 


 


 

3 comentários:

  1. Não inconseguem ser coerentes... Ao que estamos entregues...

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  2. Evidencias são evidencias; factos são factos. José Sócrates foi, quanto a mim, o melhor Primeiro Ministro dos últimos 35 anos em Portugal! Com ele, não seria o País tão pobre e sem Esperança.

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