quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

palavras vãs

 


 


 



 


 


Depois do aumento do número de alunos por turma, dos cortes curriculares a eito verificados em 2011 e do aumento da componente lectiva dos professores, falar de autonomia só não é uma palavra vã quando se corrigirem as variáveis enunciadas, quando terminar a contagem ao minuto dos horários escolares e quando se permitir à gestão das escolas ou agrupamentos uma distribuição racional e pedagógica do serviço docente.


 


Por exemplo, criar novas disciplinas esbarra de imediato nas palavras seguintes e mais ainda se não acontecer o que foi referido no parágrafo anterior.


 


“Esta liberdade de gestão da carga lectiva deve ter sempre em conta o cumprimento integral das metas curriculares e programas, bem como a carga horária lectiva total semanal e anual estabelecida para cada ano na matriz nacional”, ressalvou o governante.


 


 


 

7 comentários:

  1. Contratações mais rápidas quer dizer o quê exatamente?

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  2. Mais um rol de demagogia e de sound bites...

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  3. Que grande maravilha descoberta por Nuno Crato. A contratação de professores deixa de ser por um concurso público nacional que dá oportunidade a todos e transita para o compadrio da autonomia para se contratar os amigos do partido.

    Assim, escolas com "autonomia" ou camarárias podem "melhorar" o sistema.

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  4. Mas este fulano acabou com uma série de disciplinas e vem agora com esta conversa?

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  5. A autonomia das escolas é uma fraude monumental!

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