terça-feira, 6 de maio de 2014

a verdade dos números

 


 


 


"A austeridade nas escolas teve o triplo da dose prevista e os cortes a eito nos últimos três anos atingiram os 1100 milhões de euros", é uma conclusão que só surpreende os fanáticos ideológicos para quem a escola pública é uma espécie de mal necessário e um desperdício. E o pior é que as nossas "elites" estão impregnadas desse espírito (é antiga a agenda do "tudo está mal na escola pública") e suportaram ministros da Educação, como Crato, Lurdes Rodrigues ou Justino, que se concentraram, respectivamente, em pensamentos plastificados como "cortes a eito para fazer mais como menos", "engenharias sociais e financeiras num modelo que agradaria à Venezuela de Chavez" ou "ganhos de eficiência inspirados em João Rendeiro do BPP".


 


Mas Crato superou tudo o que existia ao transformar-se num subsecretário adjunto das finanças com intuitos, como se comprova, para além da troika. Será premiado com uma qualquer fundação ou com um cargo com ampla projecção internacional.


 


 



 


 


 


 

9 comentários:


  1. O Crato Perdeu a graça, é um sem graça, é uma des graça !!

    O Crato pelo percurso enquanto ministro é mais: uma tragédia !!

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  2. Este governo estando o País na bancarrota, foi o que mais "TAXOS" criou para os seus boys. Em grupos de trabalho, de estudo, comissões disto e daquilo, pagos a peso de ouro foram milhares de lugares. Para haver taxos para os militantes muitos ficaram desempregados e muitas familias sem casa e a passar fome. Será que as pessoas são tão "tapadas" e vão CONTINUAR A VOTAR NESTAS ALDRABÕES, CORRUPTO?

    E quando dizem "estudar", quer dizer que nunca vai acontecer, quer dizer que nunca na vida o ensino público vai ter qualidade.

    Tal como outras palavras como "irrevogável", ou "não aumentar impostos", querem dizer

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  3. Os socialistas são iguais. Ontem no prós e prós o Brilhante do PS disse que só repõe os salários depois de estudar o défice que este desgoverno deixou...

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  4. Também reparei nisso. Talvez, mais logo, faça um post nesse sentido.

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  5. "Olhe que não!"; o Hollande, por exemplo, é diferente.

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  6. Nunca é fácil assumir compromissos a este nível e agora é ainda pior. O Seguro tem sido coerente. Veremos como será depois no governo se lá chegar.

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  7. Naturalmente que não é nada fácil. O que vi foi com o, deixa ver, Eurico Brilhante.

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