quinta-feira, 17 de julho de 2014

abaixo do limite mínimo

 


 


 


 


 


O MEC remarcou para o próximo dia 22 de Julho a prova de ingresso para os professores contratados sem informar quem quer que seja. Fê-lo três dias úteis antes da prova e numa espécie de marcação clandestina. O actual MEC vive num ambiente de soberba, provocado pelos números elevados de desempregados nesta área, em relação aos professores a que voltarei num próximo post


 


Percebe-se a revolta num processo injusto e impregnado de polémica. Compreendem-se as reacções e veremos como é que a coisa termina.


 


 



 



 


 


 


 


 


 

9 comentários:

  1. Os ex. Ministros da Educação do antigo regime, onde quer que estejam, devem rir-se à gargalhada...

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  2. farol dos farilhões17 de julho de 2014 às 22:03

    A luta contínua e a Victoria não é certa...

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  3. Os sindicatos estão a marcar reuniões sindicais para as escolas que fazem a prova na hora da mesma.
    Eu vou à reunião sindical, na minha escola a direção diz que a falta à nomeação só com atestado médico sabes alguma coisa sobre isto Paulo?
    não vou vigiar colegas.

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  4. "Os professores dos quadros que forem chamados a vigiar as provas de avaliação de conhecimentos dos colegas sem vínculo à função pública, na próxima terça-feira, poderão faltar àquele serviço ao abrigo da lei sindical, para participar em plenários que vão ter início às 9h em todas as escolas do país em que aquelas se realizem e "que se prolongarão pelo tempo que for necessário""

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  5. Ok António obrigado, mas a direção da minha escola continua a dizer que a falta só é justificada por atestado médico, no entanto eu vou faltar e vou à reunião sindical

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  6. "Ao mesmo tempo que recorrerá à justiça – apresentando providências cautelares sustentadas em eventuais ilegalidades relacionadas com os prazos e com o pedido aos professores para que comprovem que no dia 18 de Dezembro não fizeram a prova por motivos alheios à sua vontade – os sindicatos fizeram um apelo quase directo às faltas dos professores dos quadros. Segundo disse, o MEC está a “pulverizar a realização da prova por muito mais escolas, comparando com o que fez em Dezembro”. Ainda assim, afirmou, “haverá plenários sindicais em todas elas". Além disso, Nogueira lembrou que "quem tiver um furo no pneu do automóvel ou outro imprevisto” não terá de apresentar atestado médico para justificar a falta ao serviço, já que aquele não está relacionado com exames ou a avaliação dos alunos."



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