O exercício de Nuno Crato fica marcado pela ideia de implosão, mesmo que Crato se "engane" nos alvos.
O ministro prometeu implodir o MEC e fê-lo às escolas públicas.
Supõe-se que Crato é adepto do ensino "privado", mas foi no seu mandato que implodiu o maior grupo das cooperativas de ensino financiadas pelo Estado.
Os colégios do Grupo estão, nos mais diversos concelhos, a apagar o nome GPS numa tentativa de reescrever a história como relata aqui a Gazeta das Caldas.
A PJ procura-os e prende-os e os juízes libertam-nos. Enquanto o peso dos Grão Mestres não esticar a corda a justiça é só para o sem nome.
ResponderEliminarGrandes esquemas sim senhor, ainda bem que houve coragem dos professores para fazerem a denúncia. E que cidadãos se dedicaram a burlar o estado e a enriquecer à custa do orçamento para a educação em Portugal? Anónimos? Não!! Mudam ou apagam o nome mas o vício está lá.
ResponderEliminarA isto se chama o "Cúmulo da Chulice"!...Tive 3 filhos,hoje já adultos, e Licenciados, no ensino Público,mas que fizeram o seu percurso Básico e Secundário numa Escola Privada, MAS PAGA INTEGRALMENTE pelo pai e mãe, sem qquer tipo de ajuda do Estado,que aliás é assim que DEVE SER!.. QUEM NÃO TEM DINHEIRO NÃO TEM VICÍOS,para os meus filhos serem Alguém, sacrificámos não ter férias NUNCA!- Fico escandalizado porque é que com os MEUS IMPÓSTOS, TENHO DE PAGAR O ENSINO PRIVADO AOS FILHOS DOS OUTROS, quando NIMGUÉM PAGOU AOS MEUS!!!... VERGONHOSO!!!- Foram, e são, éstas TRAFULHICES que ARRUINARAM este País e desviaram o DINHEIRO dos nossos Impóstos.
ResponderEliminarEnfim.
ResponderEliminarEnfim.
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