Como era esperado "(...)A taxa de retenção ou desistência aumentou nos três ciclos do ensino básico nos últimos três anos(...)" e ainda se sentirão com mais intensidade as consequências da escolha da escola pública, e dos seus profissionais, como o primeiro alvo dos cortes a eito.
Bem pode a ministra da Educação, a ultraliberal Maria Luís Albuquerque, afirmar que "(...)"O ensino superior tem uma extraordinária importância, tem tido uma evolução fantástica, todos os dias temos notícias de como o nosso ensino superior está a ganhar reconhecimento internacional e tem também um enorme palco mediático(...)". O que a ministra vê é produto da generalização da escola pública. Sem quantidade e qualidade na base, só por milagre ou geração espontânea é que se conseguem bons resultados na primeira linha da investigação.
Concordo em absoluto! Mas penso que queria dizer ministra das finanças e não da educação!
ResponderEliminarQueria dizer o que disse. Na realidade, há um subsecretário de Estado adjunto colocado no ministério da Educação. Obviamente que é também um ultraliberal que tem mais dois ajudantes, na nomenclatura do ainda presidente da República.
ResponderEliminar