O Governo que, por confessado experimentalismo, anuncia aulas de compensação por causa do rol de incompetências nos concursos, decide que o mesmo sector sofrerá um corte de 700 milhões.
Sinceramente: não raramente, dou comigo a pensar como foi possível Portugal ser governado por pessoas assim.
Paulo,
ResponderEliminarHá muitas escolas que enchem a componente não lectiva do horário dos professores de aulas de apoio pedagógico acrescido, alegando que a possibilidade está contemplada na lei. De aulas de apoio a aulas de compensação será só uma questão de nomenclatura.
No meu agrupamento, desde o início deste ano lectivo que há imensos professores a dar aulas de substituição gratuitas, para além do seu próprio horário lectivo, para suprir a ausência de colocação de colegas. Eu já vou na terceira semana consecutiva a fazê-lo, com mais uma turma/ano de escolaridade da minha disciplina, repartida com outras colegas, para além do horário inteirinho de cada uma (lectivo e não lectivo, que compreende 28 tempos marcados).
Acreditas mesmo que estas aulas de compensação vão ser pagas, como deviam?
Estava a referir-me às declarações e às intenções Ana. Ou seja, ainda há dias Crato afirmou o financiamento de aulas de compensação por erros de experimentalismo (confessou) e ontem sabe-se destes 700 milhões de cortes. Enfim.
ResponderEliminarEstavas a referir-te à constante demagogia deste Governo, pois claro!
ResponderEliminarPrecisamente Ana. Errata: "E ontem soube-se em vez de sabe-se " :)
ResponderEliminarNunca vi coisa assim. Imagino que não aceitem a demissão de Crato, mas é penosa a sua falta de autoridade política. Bem sei que se pôs a jeito o mandato todo, mas é mesmo o ministro da Educação com menos poder. A não ser que seja mesmo ideológico e por aí fora.
Paulo ele cRato nunca fez tensões de pagar pelo que diz o que lhe vem à cabeça.
ResponderEliminarProvavelmente.
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