quarta-feira, 15 de outubro de 2014

recorda o tempo do vinil riscado

 


 


O orçamento de Estado para 2015 tem um sector alvo dos cortes mais elevados. É difícil adivinhar qual é? Claro que não. O ensino não superior, com um corte previsto de 700 milhões, ficará sem osso. 


 


O detalhe do Expresso é curioso. Remete os cortes para o "primeiro ciclo por causa da natalidade" e para a eficácia na constituição de turmas nos privados encostados ao Estado.


 


Ou seja, como não se prevê que decidam no que seria óbvio (redução de turmas), esperam-se turmas de 50 alunos nas escolas com contrato de associação. Crato achará que será uma questão da qualidade dos professores e deverá introduzir uma prova de acesso para esses docentes.


 



"O documento sublinha os "ganhos de eficiência que têm vindo a ser conseguidos anos após ano" e ainda as poupanças conseguidas por via da redução de alunos, decorrente da diminuição da natalidade. A continuação do processo de reorganização escolar (com mais fechos de escolas do 1º ciclo de pequena dimensão) e uma "maior eficácia na constituição de turmas", designadamente das que recebem financiamento público através dos contratos de associação com o privado são algumas das medidas que permitirão "melhorias ao nível da gestão dos recursos educativos"."


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