domingo, 2 de novembro de 2014

não sei

 


 


 


Não sei se Passos Coelho é um testa de ferro, mas é um adepto do Estado mínimo e o radicalismo ideológico abençoou o seu programa. 


 


Não sei se Passos Coelho é manipulado, mas rodeou-se dos que acreditaram numa espécie de modelo "Singapura" que revolucionaria a nação portuguesa.


 


Não sei se Passos Coelho é um ultraliberal ou um social-democrata, mas sei que a sua crença "além da troika" foi partilhada por governantes europeus ultraliberais e adapta-se aos gostos dos casinos bolsistas e dos offshores.


 


Não sei se Passos Coelho tem mesmo intenção de prolongar a tragédia e já pouco interessa onde começam os ultraliberais e acabam os neoliberais ou liberais apenas; socialistas da terceira via incluídos. O que as democracias desejam é que as personagens da "escola Passos Coelho" saiam de cena.


 


 


 

5 comentários:

  1. O Crato rodeou-se de Ramiros...

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  2. Passos Coelho e o PSD não disseram que iriam governar desta maneira. Pelo contrário, fizeram praticamente tudo ao contrário do que propuseram programa eleitoral do PSD.

    Ora, as pessoas votam com base nos programas com que os partidos se apresentam em eleições. Não têm outra saída, já que em Portugal não se vota em pessoas.

    Por isso, pergunto que legitimidade têm um governo e um primeiro-ministro que foram eleitos com base na mentira? Que legitimidade para governar têm os políticos que depois governam contra os seus próprios programas? Democracia é o vale tudo?

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  3. Teimoso e obstinado, Passos Coelho é um aitola do liberalismo.
    Desgraçadamente, acredita nas asneiras que faz.
    Cumprimentos.

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