Não tenho qualquer preconceito contra o liberalismo e daria a "mão à palmatória" se encontrasse motivos; até aos neoliberais. Desde há muito que percebi que os liberais excessivos não se devem confundir com Adam Smith. São egoístas, conservadores no pior dos sentidos, oligarcas na primeira oportunidade, algo oportunistas e contrários a qualquer elevador social; dissimulam muito, mas não conseguem esconder o preconceito.
Veja-se o vale tudo da maioria que governa no caso PT. Os excessos do neoliberalismo eliminaram a Golden Share (é do tempo em que eram, com orgulho e fanatismo, além da troika) e permitiram o caso Rio Forte. Em desespero de causa, viram-se para o capital outrora corrupto de Isabel dos Santos.
E repare-se na propalada prestação de contas. Crato não se demite, a malta do Citius também não e o economista que, ao que consta, não pode falar em público depois do almoço continua "ministro das cervejas". Os ultraliberais são ultra irresponsáveis, adeptos das lapas-no-poder e pouco escrupulosos com um valor que não lhes é precioso: a democracia.
Qualquer uma das OPAs - note-se que já desfizeram uma - é inoportuna, para não dizer hostil ás intenções e manigãncias que existem em torno da PT.
ResponderEliminarPara mim, tanto me faz que vá para as mãos de A, B ou C.
O que interessa mesmo é que os portugueses, aqueles que contribuem com os impostos deixem de manter uma empresa que apenas serve para dar emprego a muito menino e menina que tem um pai com influências.
Para os subscritores da proposta para não deixar a PT sair de mãos portuguesas, fica o conselho: Já que são tão bons, arranjem o dinheiro e avancem para a sua compra. Afinal de contas é uma empresa, segundo os mesmos, de importante valor estratégico.
Querem lá ver que a Isabelita vai estragar o negocio à Oi...
ResponderEliminarAs voltas dos ultraliberais.
ResponderEliminarEnfim.
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