Decerto que será o grotesco, os fantasmas inventados, os terrores. Penso que o arrojo de Bacon bem suportado pela técnica e o contexto da época gerou, primeiro, repulsa, depois, louvores de cuja honestidade duvido.
É como na Bolsa. As obras de arte têm uma cotação que pode, aliás, variar. É a lógica do mercado, segundo a lei da oferta e da procura. Os bancos compram obras de arte e consideram-nas ativos.
O post é interessantíssimo. Só procurei responder às perplexidades que suscitou. É pena, aliás, que em Portugal faltem as instituições e os meios de consagração da arte e dos artistas. De um modo geral, quase só se considera o valor económico das obras de arte devido aos preços pelos quais algumas são vendidas, mas o valor económico da cultura é altíssimo, embora não tão imediatamente perceptível.
Será o grotesco no seu melhor?
ResponderEliminarDecerto que será o grotesco, os fantasmas inventados, os terrores. Penso que o arrojo de Bacon bem suportado pela técnica e o contexto da época gerou, primeiro, repulsa, depois, louvores de cuja honestidade duvido.
Nunca consegui ligar o engenho artístico ao cifrão…que calculadora é que usam?
ResponderEliminarA minha intenção foi só sublinhar o valor de mercado que vai nos 53 milhões, salvo erro.
ResponderEliminarÉ como na Bolsa. As obras de arte têm uma cotação que pode, aliás, variar. É a lógica do mercado, segundo a lei da oferta e da procura. Os bancos compram obras de arte e consideram-nas ativos.
ResponderEliminarExacto Isabel X. Gosto do tríptico e lembrei-me de relembrar a contradição do discurso vigente: mercado total e desprezo pelo ensino das artes.
ResponderEliminarSim, os bancos consideram-nos activos. O BPN tinha muitos activos tóxicos, como a colecção Miró. E fazemos ideia do que vai por aí :)
O post é interessantíssimo. Só procurei responder às perplexidades que suscitou. É pena, aliás, que em Portugal faltem as instituições e os meios de consagração da arte e dos artistas.
ResponderEliminarDe um modo geral, quase só se considera o valor económico das obras de arte devido aos preços pelos quais algumas são vendidas, mas o valor económico da cultura é altíssimo, embora não tão imediatamente perceptível.
Concordo Isabel X. É uma espécie de moral utilitarista :)
ResponderEliminarMuito enigmático...
ResponderEliminarSem dúvida.
ResponderEliminar