Acreditem que os municipalizadores vão culpar os professores pelo insucesso das suas epifanias escolares. Não gastarão um segundo a pensar que não têm qualquer prova dada ou que os seus atrevimentos não têm correspondência na realidade. Muitos partidocratas confundem liberalismo com providencialismo e legitimidade democrática com comunidade educativa.
É bom que se repita que a nossa bancarrota não é apenas uma invenção que nada tem a ver com a gestão pública. Sempre foi preciso remar contra muitas marés para erguer, por exemplo, uma escola. A terraplanagem e o desrespeito pela organização das escolas é um metabolismo que acelerou vertiginosamente dois ou três anos depois do início deste milénio.
Mas já se sabe: estamos virados para o Atlântico, os nossos "especialistas" em gestão acham que só podem trabalhar com os "melhores" e que os outros, que nunca são eles, optarão pelo mergulho no oceano. É como tantas vezes se repetiu: o país não funciona? Mude-se o povo.
O que é difícil, belo e da família da boa administração, é melhorar uma organização pública com os que existem.
Mais um sucesso da regionalização disfarçada e das “soluções de proximidade”.
ResponderEliminarA eterna confusão... Irra.
ResponderEliminar«Não estamos na Venezuela ou na Coreia do Norte!!! »
ResponderEliminarPois!!!
Venha o diabo e escolha! Entre isto (rectângulo constituído pelo delinquente juvenil em 1143) e a Coreia do Norte...
Lá, pelo menos, se usarmos o penteado do Kim Jong-il, ninguém nos chateia, quanto ao resto, sabemos bem onde estamos metidos, já aqui...
Sinceramente: nem sei que diga a este comentário.
ResponderEliminarSó alguém com a elevação e a educação do Paulo Prudêncio para despender o seu precioso tempo a comentar tal comentário!
ResponderEliminar:) Carlos. Obrigado. Dá ideia que quem comentou nem leu o post :)
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