"Foram poucos os alunos que conseguiram passar depois de repetir os exames", diz o Público em referência aos exames dos 4º e 6º anos.
Fui ao histórico do blogue e encontrei uma notícia igual datada de 27 de Junho de 2014: "Apoio extra para alunos fracos a matemática e a português é um "engodo"". Sabemos que os exames são terreno fértil para a demagogia e o populismo nas sociedades atrasadas. Por isso são tão mediatizados. Mas vou colar "o que escrevi" há um ano e espero não o voltar a fazer no próximo.
"Nuno Crato, esse misturador do "além da troika" com o Eduquês II, aumentou o número de alunos por turma, cortou a eito em tudo o que achava não estruturante e acentuou a infernização da profissionalidade dos professores. Para além disso, criou, ou permitiu, uma catadupa de exames acrescentados de apoios no período pós-lectivo para as crianças com negativas. Os resultados do conhecido mais do mesmo são inequívocos: "foi uma espécie de engodo".
Achar que se recupera crianças com apoios entre Junho e Julho testados por uma segunda fase de exames, é algo só ao alcance do mix referido. Turmas mais pequenas, apoios ao longo do ano e professores motivados são ideias despesistas.(...)"
Chover no molhado não costuma trazer nada de novo, pois não? A pergunta é para o Crato que tenta apagar o fogo com gasolina sem (sabe-se lá porquê!) ter qualquer sucesso...
ResponderEliminarEm várias escolas, é observar a distribuição de serviço - as áreas "estruturantes" de Português e Matemática têm , para além de apoios em contexto de sala de aula, uma observação deveras interessante, num cantinho algures no fim: mais horas para: PREPARAÇÃO PARA EXAMES do básico.
ResponderEliminarCrato e algumas escola no seu melhor: a preparação para exames de 4º, 6º e 9º avança a todo o vapor ou morre!
Exacto.
ResponderEliminarEnfim.
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