quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ainda, e sempre, o surrealismo

 


 


 


O surrealismo, como corrente artística de vanguarda que definiria os caminhos do modernismo entre as duas grandes guerras do século XX, está vigente no liberalismo que tem comandado o país e a maioria das instituições. 


 


Ansiamos por uma saída para o estado em que vivemos e um olhar para o surrealismo ajudaria a reencontrar o caminho da modernidade, mesmo para os que atingiram um qualquer pico de adrenalina como foi o caso do deputado trauliteiro do PSD, Carlos Abreu Amorim, que ainda ontem nos recordou esta sua confissão: "Já não sou um liberal. O Estado tem de ter força".


 


Ou seja, primeiro destrói-se e depois confessa-se. E aí voltamos à análise do surrealismo. A saída do estado surreal só se consegue com muita psicanálise. É bom recordar que a corrente de Sigmund Freud penetrava no inconsciente e isso influenciou decisivamente o surrealismo como actividade criativa.


 


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Pintura de Vladimir Kush.


 

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