Mostrar mensagens com a etiqueta surrealismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta surrealismo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O surreal e a gestão das escolas

 


 


 


São conhecidas as componentes críticas do desastroso modelo de gestão que Lurdes Rodrigues impôs e Crato manteve no essencial, mas o que o PSD quer mudar como fundamental é que os "pais que são professores devem ficar fora dos conselhos gerais das escolas". É surreal. Há todo um rol de trapalhadas, irregularidades, abusos do poder e por aí fora e a direita, que ainda há uns dois anos saiu do Governo, conclui deste modo. Dá ideia que olham para os conselhos gerais como um espaço para contar espingardas na hora de escolher. Na partidocracia é assim. Mas nas escolas não deve ser. Há modos democráticos, mais do que testados e com provas muito boas, para eleger. São estas pequenas coisas que também explicam a nossa queda para protectorado.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

da análise do caso CGD

 


 


 


O surrealismo, como corrente artística de vanguarda que influenciaria o modernismo entre as duas grandes guerras do século XX, estará patente no neoliberalismo que afundou o país e a maioria das instituições.


 


Ansiamos por uma saída. Olhar para essa corrente ajudaria, até para os que atingiram um pico de adrenalina como foi o caso do ex-primeiro-ministro que anteontem confessou sobre o inquérito à CGD: "infantil manobra tática preventiva" do parceiro da bancarrota.


 


Ou seja, primeiro destrói-se e depois "trocam-se infantilidades". E aí voltamos à análise do surrealismo. A sua saída exige psicanálise. Convém recordar que a corrente de Sigmund Freud penetrava no inconsciente, o que influenciou decisivamente o surrealismo como actividade criativa.


 


49ba7104039431cd22f9067808447d01.jpg


 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ainda, e sempre, o surrealismo

 


 


 


O surrealismo, como corrente artística de vanguarda que definiria os caminhos do modernismo entre as duas grandes guerras do século XX, está vigente no liberalismo que tem comandado o país e a maioria das instituições. 


 


Ansiamos por uma saída para o estado em que vivemos e um olhar para o surrealismo ajudaria a reencontrar o caminho da modernidade, mesmo para os que atingiram um qualquer pico de adrenalina como foi o caso do deputado trauliteiro do PSD, Carlos Abreu Amorim, que ainda ontem nos recordou esta sua confissão: "Já não sou um liberal. O Estado tem de ter força".


 


Ou seja, primeiro destrói-se e depois confessa-se. E aí voltamos à análise do surrealismo. A saída do estado surreal só se consegue com muita psicanálise. É bom recordar que a corrente de Sigmund Freud penetrava no inconsciente e isso influenciou decisivamente o surrealismo como actividade criativa.


 


17857012_ebzDu.jpeg


Pintura de Vladimir Kush.


 

domingo, 21 de dezembro de 2014

saídas do estado surreal

 


 


 


O surrealismo, como corrente artística de vanguarda que definiria os caminhos do modernismo entre as duas grandes guerras do século XX, está vigente no liberalismo que comanda o país e a maioria das suas instituições. 


 


Ansiamos por uma saída para o estado em que vivemos e um olhar para o surrealismo ajudaria a reencontrar o caminho da modernidade, mesmo para os que atingiram um qualquer pico de adrenalina como foi o caso do deputado trauliteiro do PSD, Carlos Abreu Amorim, que agora se confessa: "Já não sou um liberal. O Estado tem de ter força".


 


Ou seja, primeiro destrói-se e depois confessa-se. E aí voltamos à análise do surrealismo. A saída do estado surreal só se consegue com muita psicanálise. É bom recordar que a corrente de Sigmund Freud penetrava no inconsciente e isso influenciou decisivamente o surrealismo como actividade criativa.


 


17856022_2FMFf.jpeg


 


 Pintura de Vladimir Kush.