No que se repete anualmente sobre os rankings lusitanos, há um aspecto mais chocante, e que se mantém, que encontrei num post de 10 de Novembro de 2013.
"Os investigadores afirmam que "é injusto que não existam dados socioeconómicos para as escolas privadas, só para as públicas. Esses dados são relevantes. As listas aparecem porque os jornais vendem mais. A maioria esmagadora das pessoas interpreta os rankings como a manifestação da qualidade de uma escola. Os dez primeiros têm uma publicidade fabulosa. Os rankings mostram a qualidade dos alunos, não o desempenho das escolas. Não sei se são um incentivo à melhoria das escolas"."
Os rankings e as presidenciais sofrem da mesma patologia mediática? Sofrem. Passo a explicar. Encontrei um post de 2 de Dezembro de 2014 que tem como título: "Grau zero da mediatização da Educação?" Diz assim:
"Marcelo Rebelo de Sousa conjugou dois verbos para os resultados do ensino privado nos rankings dos exames: arrasaram e esmagaram. Como é um professor de direito, temos de baixar o grau para lá do inadmissível e já nada nos deve espantar. O político estava fora de si e terraplenava resultados escolares como quem comenta o "seu Braga"."
É um político com este grau de desinformação que queremos para presidente? O que dirá hoje se lhe colocarem a questão? Às tantas, dirá tudo e o seu contrário.
Repito o cartoon, já que a repetição parece uma obrigação, do post que deixei para hoje e que tem como título: "Não existe o dia das patologias?" Claro que existe e a nossa sociedade está em descida uniformemente acelerada.
Ora aqui está mais um post com muita classe...
ResponderEliminarObrigado.
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