sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

falemos de coisas óbvias

 


 


 


 


A ausência de perspectivas de melhoria da qualidade de vida tem-se revelado fatal para as sociedades democráticas. Ou seja, o elevador social é um oxigénio da democracia. A insistência nas conhecidas, estudadas e históricas causas das desigualdades tem evidências óbvias que devem ser repetidas à exaustão. Como diz o FMI, temos estado a "espalhar" a riqueza para cima e não para baixo (basta estudar os EUA da década de 90 do século XX - a desregulação da economia - para encontrar causas). E o que mais se teme é que os tais 1% demonstrem "que acabam sempre a destruírem-se uns aos outros". Para além disso, provou-se que a ideia de que o "crescimento é uma maré enchente que faz subir todos os barcos" precisa de quem faça do combate às desigualdades um objectivo primeiro.


 


 


image.jpeg


 


 


 

6 comentários:

  1. É caso para dizer: olha para o que eu faço não olhes para o que eu digo!!!
    inverte-se assim o dito popular: "Bem prega frei Tomás, olha para o que ele diz não olhes para o que ele faz."

    Ou se calhar não se inverte, estão bem um para o outro, até porque a La Garde se calhar até é uma boa cristã e aprendeu a lição toda.

    ResponderEliminar
  2. "O ex-ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, vai lançar na terça-feira em Berlim um novo partido pan-europeu, que pretende "fazer regressar a democracia" a uma Europa "dominada por burocratas e banqueiros não eleitos"

    Quando tanta gente se questiona sobre esta Europa desregulada e neoliberal, comandada por burocratas e pela alta finança sem rosto, e não se faz nada a ver o que acontece, como a nêspera, atira-se logo ao alvo.

    É ler nas redes sociais o ódio pacóvio contra Varoufakis.

    ResponderEliminar
  3. Até que enfim uma boa noticia. Pode não dar em nada mas pelo menos aponta um caminho e parece-me que correto.
    Enquanto cada um continuar na sua capelinha a dizer que não tem nada a ver com o vizinho não se vai a parte nenhuma.
    Viva o Varoufakis, imaginação não lhe falta e a imaginação também pode governar o mundo.

    ResponderEliminar