Chegou a ser caricata a luta da plataforma sindical contra os exercícios de Lurdes Rodrigues e Nuno Crato. Alguns dos eixos dessas políticas caíram porque eram inaplicáveis e brutalmente injustos. Os sindicatos, que são organizações fundamentais num Estado de direito, assinaram acordos inadmissíveis que deixaram marcas. Era comum a luta "mangas-de-alpaca" das minutas (minuta contra minuta) e das manifestações para arrefecimento. Dito isto, e uma vez marcada para 18 de Junho de 2016 uma manifestação em defesa da escola pública, não há como não aderir com convicção e qualquer que seja a posição dos sindicatos da plataforma.
A escola pública não está em perigo. A manifestação é, portanto, ridícula e insere-se apenas numa guerrilha ideológica que há muito devia estar enterrada.
ResponderEliminarAh e não, o Estado não deve financiar colégios privados. Nem, como no concelho onde vivo, construir 3 escolas - cada uma de seu grau de ensino - quando todos os alunos cabiam numa só.
Não estará agora, mas não tem sido assim. Uma vez marcada, não há como não apoiar. E nunca saberemos se não ajuda, apesar da determinação de alguns governantes.
ResponderEliminardepois do que aconteceu nos últimos 10 anos, há quem acredite que o sistema público não está em perigo?! O que é preciso mais? O facto consumado?
ResponderEliminarApoiar a manif nem que seja só para vilipendiar quem enriqueceu à custa do OE com a etiqueta 'privado'...
Quanto ao aproveitamento politico, é o costume e o 'sapo a engolir'...
Nem mais.
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