As universidades e os politécnicos devem organizar o acesso ao ensino superior. O ensino secundário, para além de obrigatório, deve certificar o fim de um ciclo de estudos. É uma mudança difícil, mas ficaremos com mais sociedade e melhor escola e com crianças com mais tempo para brincar. O regime actual estimula, por incrível que pareça e desde os seis anos de idade, muitos trabalhos de casa, muitos exames, muitas explicações, quadros de honra nos primeiros ciclos de escolaridade e ocupação total do tempo em instituições. Para além, como se sabe, das componentes críticas do ensino secundário vigente. Não há regimes de acesso perfeitos, mas o existente provoca, e há muito, consequências negativas directas e indirectas.

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