A investigação na Parque Escolar é o destaque da 1ª página do Expresso. Há uma antiga ideia holística da pedagogia que é oportuno repetir: "tudo-está-ligado-a-tudo-e-nada-está-solto-de-nada". Ou seja, os grupos envolvidos nas obras da Parque Escolar.EPE foram alegadamente favorecidos pelo mesmo poder político que supostamente beneficiou alguns "privados" escolares. Eram portas giratórias. Considerando os parcos recursos dos investigadores e o sobreaquecimento político, leio elogios ao difícil jornalismo de investigação e às reportagens sobre educação da jornalista Ana Leal. É justo. Em vários concelhos (Caldas da Rainha é um exemplo das políticas referidas), dezenas de professores não leccionariam actualmente nas escolas públicas se a jornalista Ana Leal não mediatizasse verdades inconvenientes que o tempo reforça. Os efeitos são mesmo uma excepção à indignação muito ouvida numa sociedade doente em organizações fundamentais para o estado de direito: "mas depois nada acontece".
Nota: a propósito, recordo os professores "alucinados que imaginavam coisas" porque diziam que o objectivo seguinte era a "privatização" da Parque Escolar.

A PJ chegou a alguma conclusão?
ResponderEliminarNão faço ideia.
ResponderEliminarMas no caso dos “privados escolares” referidos, os tribunais chegaram a conclusões acusatórias e os professores voltaram a ter alunos nas escolas públicas.
ResponderEliminar(este comentário é meu mas estava no telemóvel) Mas no caso dos “privados escolares” referidos, os tribunais chegaram a conclusões acusatórias e os professores voltaram a ter alunos nas escolas públicas.
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