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domingo, 13 de maio de 2018

da investigação na Parque.Escolar.EPE

 


 


 


A investigação na Parque Escolar é o destaque da 1ª página do Expresso. Há uma antiga ideia holística da pedagogia que é oportuno repetir: "tudo-está-ligado-a-tudo-e-nada-está-solto-de-nada". Ou seja, os grupos envolvidos nas obras da Parque Escolar.EPE foram alegadamente favorecidos pelo mesmo poder político que supostamente beneficiou alguns "privados" escolares. Eram portas giratórias. Considerando os parcos recursos dos investigadores e o sobreaquecimento político, leio elogios ao difícil jornalismo de investigação e às reportagens sobre educação da jornalista Ana Leal. É justo. Em vários concelhos (Caldas da Rainha é um exemplo das políticas referidas), dezenas de professores não leccionariam actualmente nas escolas públicas se a jornalista Ana Leal não mediatizasse verdades inconvenientes que o tempo reforça. Os efeitos são mesmo uma excepção à indignação muito ouvida numa sociedade doente em organizações fundamentais para o estado de direito: "mas depois nada acontece".


 



Nota: a propósito, recordo os professores "alucinados que imaginavam coisas" porque diziam que o objectivo seguinte era a "privatização" da Parque Escolar.



  


Captura de Tela 2018-05-12 às 13.27.09


 

sábado, 28 de abril de 2018

Andam muitos aos papéis

 


 


 


Já se precebeu o motivo do recorrente silêncio político sobre a sucessão de fugas do género "panama papers": o temor com os papéis.


 


A primeira página do Expresso tem mais um pré-aviso?


 


mw-860

domingo, 10 de dezembro de 2017

a "escola" do Paradise Papers

 


 


 


Os Paradise Papers são mais um marco da decadência vigente. Tem "sido assim": por cada corte num salário ou pensão, uma quantia equivalente caminhou para um offshore e para uma fuga aos impostos; ponto final. É um desequilíbrio insustentável que obedeceu, e obedece, a um poder ubíquo muito difícil de vencer ou sequer atenuar; veja-se os processos de reestruturação das dívidas soberanas.



"Ilha de Man, um “paraíso fiscal” com quatro mil milhões de euros de residentes em Portugal"


 


Nota: É toda uma "escola" que choca, realmente. Ainda ontem, e num nível local mas elucidativo, a jornalista Ana Leal reportou o caso ""Raríssimas", uma instituição de solidariedade social que vive de subsídios do Estado, e de donativos, destinados a apoiarem crianças com doenças raras", que parece usar as verbas da instituição para despesas sumptuosas. 


 


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