Vi simulação negocial, nos assuntos dos professores, na última década e meia entre governos, oposições e plataforma de sindicatos. Também vi o mainstream surpreender-se com a capacidade de organização da cidadania activa, nomeadamente na denominada web 2.0 e mais recentemente no facebook. E nessas surpresas das forças institucionais assisti a acções destinadas a silenciar as novas formas de organização. Mas o que ontem registei por parte do PCP é exponencial. Ou seja, para o PCP o orçamento de 2018 prevê a recuperação do tempo de serviço. O facto dos professores remeterem para o orçamento de 2019 essa decisão, é, para o PCP, uma traição dos professores aos professores e uma cedência intencional ao Governo. É um discurso intolerável.
Este comunicado do PCP é deplorável! O partido da luta, o contestatário, ataca uma luta laboral e revela-se um lacaio do PS, fingindo que é da oposição mas secretamente compactua com o governo. Este comunicado revela que o PCP quer o monpólio sindical através da Fenprof, e está eivado de incorreções, mentiras e ataque à cidadania.
ResponderEliminarAliás, todos os partidos do arco do poder (PS, PSD) já mostraram desagrado pela iniciativa legislativa, o que revela que afinal são uns hipócritas quando apelam à participação civica dos cidadãos!...
A continuar assim, está a caminho um populista tipo Trump ou de cariz semelhante ao que aconteceu na Europa (Polónia, Hungria, Itália, Áustria, Alemanha,...)...
Enfim. Nem mais.
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