Impressiona a resistência dos professores. Assim de repente, já estarei perto da 20ª reunião de conselho de turma não realizada por greve e leio que há quem vá na 54ª. E no meio de tudo isto, a mesa negocial decidiu convocar (o executivo, como é evidente) a 3 de Julho uma reunião para 11 de Julho. É inclassificável que se espere oito dias por uma reunião imperativa. Dá ideia que o Governo não percebe que esta situação deixará marcas irreparáveis; ou, como alguém disse, "não se aprende com a história".
com evidente prejuízo financeiro, pessoal (desorganização na vida quotidiana) e indisponibilidade psicológica para preparar o ano letivo com base na legislação nova que foi publicada esta semana (curricular e educação inclusiva).
ResponderEliminar[já não falando na provável perda do gozo de férias, como várias direções já estão a anunciar caso o greve se prolongue para lá do dia 13...]
Enfim.
ResponderEliminarNaturalmente, a maioria dos profs não tem conhecimento das táticas militares a utilizar numa guerra assimétrica; seriam agora essenciais para combater o monstrengo ME.
ResponderEliminarPara quem nunca aprendeu essas táticas é muito complexo explicá-las de forma simplificada, porque implicam atitudes que em contexto civil são tendencialmente rejeitadas, e logo, muitos docentes o fazem no imediato.
É preciso muito treino para conseguir incutir que, em circunstâncias especificas, "o meu inimigo que é inimigo do outro meu inimigo mais poderoso, é meu amigo"...