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domingo, 16 de abril de 2023

Da sociometria e da mesa negocial - post de 21.07.18

Da sociometria e da mesa negocial


21.07.18

 


Preferência, rejeição e indiferença são as três escolhas que iniciam os estudos das relações de grupo. O estatuto menos desejável é a indiferença. No caso dos professores, não é saudável que a indiferença se estabeleça em relação aos actores da mesa negocial.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

E Hoje Como Será?

 


 


 


O Governo e a plataforma de sindicatos voltam hoje à mesa negocial. A história recente criou uma comissão técnica que apuraria as contas das progressões dos professores. Ainda não se conhece qualquer resultado. Será hoje?


Em de 11 de Julho de 2018 escrevi assim:



Após um mês de desgastantes greves e de quase um ano a ouvir que "não há dinheiro" (no início era a falácia do "não querem ser avaliados"), Governo e Plataforma de Sindicatos decidem esperar que "uma comissão técnica faça as contas" à recuperação do tempo de serviço?


Não, não é o 1 de Abril. É pior. É a traquitana do estado. Ainda há um mês, o blogue Assistente Técnico, no post "Palhaçada este controlo e monitorização das progressões... baseados em upload de ficheiros EXCEL!", fez um retrato de leitura obrigatória. Os serviços centrais do ME, e não é apenas pelas mais de vinte plataformas digitais quando uma seria moderno e razoável, têm serviços decisivos a viver há muito em derivas info-excluídas onde as redes com ficheiros excel são um modo de vida com estes resultados. E ninguém da mesa negocial se demite perante estas vicissitudes?


quarta-feira, 25 de julho de 2018

da mesa negocial sobre os professores

 


 


 


É este o resultado da comissão técnica? É isto que têm para dizer depois destas greves? Os sindicatos dizem que o Governo não tem dados rigorosos? Li várias notícias e concluí: a mesa negocial está em-estado-de-fingimento (ou a gozar?) e depois admira-se com a radicalização vigente com tendência a agravar-se. O Expresso apresenta o problema assim "Proposta para recuperar dois anos e 9 meses de tempo de serviço custa 180 milhões de euros. No final da reunião sobre os custos do descongelamento e da recuperação de tempo de serviço, o Governo voltou a reafirmar as suas contas e os sindicatos mantiveram as suas dúvidas.(...)Negociação política só em Setembro.(...)".

sábado, 21 de julho de 2018

Da sociometria e da mesa negocial

 


 


 


Preferência, rejeição e indiferença são as três escolhas que iniciam os estudos das relações de grupo. O estatuto menos desejável é a indiferença. No caso dos professores, não é saudável que a indiferença se estabeleça em relação aos actores da mesa negocial.


 

domingo, 15 de julho de 2018

Uma comissão técnica não é mais do mesmo?

 


 


 


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Passaram uns dias e confirmou-se: não houve um analista ou comentador que se interrogasse sobre a "criação da comissão técnica que apurará, ainda este mês, os números financeiros tão dispares da recuperação do tempo de serviço dos professores". E porquê o silêncio? Ninguém se interroga, mesmo os que opinam sobre tudo, a propósito do rigor nas contas do Estado? Ninguém se indigna por andar a discutir o que desconhece?


Se já era inaceitável no final do milénio que os portais dos diversos ministérios não disponibilizassem dados para consultas em tempo real (transparência sobre os números de profissionais, utentes, receitas, despesas e por aí fora), o que se deveria dizer por chegarmos a 2018 sem uma base de dados em que se introduza um campo com o tal tempo a recuperar e se perceba os custos nos momentos mais variados?


É a comissão técnica que vai criar a solução que nem o ministério das finanças conseguiu? As finanças apuram com rigor pagamentos. A criação desta comissão técnica confirma-o. Projectaram 100 milhões de euros para os descongelamentos já verificados nos professores e o real deu 37 milhões. E depois não querem dar razão aos que dizem que "a criação destas comissões técnicas se aprende nas Universidades de Verão e nas organizações juvenis dos partidos políticos" onde não há lugar para bases de dados, tempo real e transparência, mas futuro assegurado nos gabinetes que dirigem há décadas os diversos ministérios e os mais variados satélites.


 

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Os professores e o estado do país

 


 


 


A criação da comissão técnica para fazer as contas da recuperação do tempo de serviço dos professores remeteu a questão para a ausência mediática. Veremos o que se passará "hoje no debate da nação". No entanto, e por falar em contas, repita-se: o Ministério das Finanças apurou que "os custos das progressões dos professores em 2018 não são os 90 milhões projectados, mas uns reais 37 milhões". É um bocado como nas caixas dos supermercados. Se comparamos o preço por produto entre o monitor da caixa e a prateleira, registamos vários erros. Já o fiz várias vezes. Nunca encontrei um erro a meu favor, mas inúmeros no sentido inverso. A justificação é sempre a mesma: é o sistema, embora não me pareça que seja com ficheiros excel.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

O Governo versus professores passa para uma comissão técnica?!


 


 


 


Após um mês de desgastantes greves e de quase um ano a ouvir que "não há dinheiro" (no início era a falácia do "não querem ser avaliados"), Governo e Plataforma de Sindicatos decidem esperar que "uma comissão técnica faça as contas" à recuperação do tempo de serviço?


Não, não é o 1 de Abril. É pior. É a traquitana do estado. Ainda há um mês, o blogue Assistente Técnico, no post "Palhaçada este controlo e monitorização das progressões... baseados em upload de ficheiros EXCEL!", fez um retrato de leitura obrigatória. Os serviços centrais do ME, e não é apenas pelas mais de vinte plataformas digitais quando uma seria moderno e razoável, têm serviços decisivos a viver há muito em derivas info-excluídas onde as redes com ficheiros excel são um modo de vida com estes resultados. E ninguém da mesa negocial se demite perante estas vicissitudes?



 

Última hora para a cimeira governo vs professores

 


 


 


"Mudar de maioria governativa implica trocar 4.000 empregos. Mas as máquinas têm ainda mais do que isso espalhado pelo país." Quando ontem ouvi que aumentaram os recibos verdes e que o acréscimo se deve "aos empregos partidários como formadores do IEFP e às avenças nas autarquias" (muito no espírito Tutti-Frutti), não só relacionei o acontecimento com os "4.000 empregos" como percebi o silêncio da generalidade dos partidos. Mas achei boa a sugestão de trocar anos de serviço dos professores por estes financiamentos todos. Pelo menos, o argumento financeiro esgotava-se.


É um pequeno contributo para a summit que ocorrerá esta tarde. Estava para repetir o português arcaico do título, "cimeira", mas dei-lhe um ar digital para ser positivo.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Governo e sindicatos em reflexão aturada

 


 


O Governo e a plataforma de sindicatos de professores estão, desde 3 de Julho de 2018, em aturada reflexão para a reunião, de 11 de Julho de 2018, convocada por um executivo de agenda sobrelotadíssima. Os membros da mesa negocial passarão os próximos dois dias em exercícios de consultoria enquanto os professores contabilizam mais de trinta dias de greve aos conselhos de turma.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Impressiona a resistência dos professores

 


 


 


Impressiona a resistência dos professores. Assim de repente, já estarei perto da 20ª reunião de conselho de turma não realizada por greve e leio que há quem vá na 54ª. E no meio de tudo isto, a mesa negocial decidiu convocar (o executivo, como é evidente) a 3 de Julho uma reunião para 11 de Julho. É inclassificável que se espere oito dias por uma reunião imperativa. Dá ideia que o Governo não percebe que esta situação deixará marcas irreparáveis; ou, como alguém disse, "não se aprende com a história".

Trocar a recuperação do tempo de serviço por tempo para a reforma?

 


 


 


É importante centrar a discussão. A recuperação de todo o tempo de serviço não é um exigência dos professores: é um direito. O faseamento da recuperação é um princípio aceitável que deve ser aplicado a toda a administração central como aconteceu com os cortes. Já a idade para a aposentação conjugada com o tempo de serviço requer programas específicos dentro da administração central, uma vez que se reconhecem os corpos especiais. E os professores, como é de reconhecimento geral, exercem uma actividade em que a energia é vital. Leccionar com mais de 60 anos e com mais de 36 anos de serviço é uma "impossibilidade" e é nesses casos que se deve estudar a troca da recuperação de tempo de serviço por tempo para a aposentação de modo a acelerar processos em regime voluntário. Já agora, e tomando como outro exemplo os escalões com vagas (essa injustiça), recuperar o tempo de serviço tem de eliminar essa barreira artificial.

terça-feira, 3 de julho de 2018

O ME quer reunir com os sindicatos a 11 de Julho?!

 


 


 


A situação é de pré-caos e as greves estão a ser duras e a deixar clivagens e marcas de difícil reparação. É, portanto, estranho que se pretenda reunir apenas daqui a oito dias. E depois admiramo-nos que os estudos do burnout apresentem conclusões que nos deviam envergonhar.

Os professores e as negociações agendadas

 


 


 


Que prevaleçam as ideias que originaram o actual Governo. Ou seja, que os últimos comportamentos sejam umas removíveis "pedras na engrenagem"; num dos casos, e mais propriamente, pequenas rochas de alcatrão no algoritmo inicial.

terça-feira, 12 de junho de 2018

"guerra" aos professores caiu num impasse

 


 


 


A saturação dos professores provocou a situação vigente. Não é a primeira vez que, na última década e meia, acontece um fenómeno semelhante: o limite da tolerância passa a contestação e ultrapassa governos e plataforma de sindicatos, com quatro causas identificadas: entendimentos sem contacto com o real, adiamento de decisões, inépcia governativa ou posições radicais dos executivos. Como as novas formas de comunicação acrescentaram capacidade de organização a grupos de cidadãos e a corpos profissionais, a mesa negocial é ciclicamente surpreendida. Nesta fase, e depois do que já se disse, o Governo terá dificuldade em justificar a recuperação de todo o tempo de serviço e a plataforma sindical não poderá assinar uma versão que não o contemple.