Enquanto existirem professores, haverá cargas genéticas e componentes ambientais a influenciar estilos de ensino. Se o professor quiser que os alunos o ouçam, recorrerá a um estilo de comando ou directivo. Se organizar os alunos por grupos, irá da avaliação recíproca aos pequenos ou grandes grupos e se pretender que os alunos encontrem uma solução pode ir pela resolução de problemas, atribuição de tarefas ou descoberta guiada.
Não é avisado misturar docimologia e técnicas de ensino com correntes ideológicas. As primeiras são, a par do conhecimento científico, o património dos professores. E nada disto significa que na educação não haja disputa ideológica; pelo contrário. Só que, e como se tem comprovado, as ideias não coincidem com as acções e muito menos com os resultados.
(Já usei esta argumentação noutros posts)

A mistura das coisas é feita por quem nada percebe do assunto.
ResponderEliminarOs modelos de ensino são sabidos pelos professores. Não existe um melhor do que outro, eles são aplicados de acordo com o grau de maturidade dos alunos.
O sujeito que diz que agora é que vai ser porque os alunos agora é que vão aprender com os projetos interdisciplinares (um dos métodos de ensino) revela uma ignorância grave, cujos resultados a médio e a longo prazo configuram uma irresponsabilidade social.
Esqueci de me identificar, coisa que não gosto.
ResponderEliminarRui Ferreira
Obrigado Rui.
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