segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Défice Democrático

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É preocupante que profissionais da educação, e que exercem as funções mais diversas, não reconheçam o défice democrático das políticas educativas; e incluo no grupo deputados e governantes actuais ou antigos. Acredito que algo de sério está a acontecer quando a sociedade não se questiona sobre a perda de direitos fundamentais que tanto custaram a conquistar.

33 comentários:

  1. Algo de grave vem aí, talvez uma revolta deste Portugal

    Ver nas ruas Patrões, administradores, operários, administrativos, comerciais, gente que limpam as ruas e o meu Obrigado., agricultores, pescadores, armadores, domésticas, gente pagam impostos e continuam e continuam, as coisas cada vez pioram, sustentam 800 mil funcionários Públicos com um custo de 100 mil milhões de euros anual para termos um funcionalismo público.

    Um dia vamos todos para a rua, vamos e quando os funcionários do Estado não tiverem as reformas, salários, só nessa altura vão entender o se passa no Privado.

    João Felgar

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  2. Seria maravilhoso deixarmos de ter enfermeiros, polícias, professores, médicos, juízes, trabalhadores das finanças, das autarquias e todos os restantes trabalhadores da função pública.
    Viva a anarquia!

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  3. Pois, acredito que seria uma anarquia neste processo em que todos estamos metidos.

    Estas profissões também existem no privado, como médicos, enfermeiros, solicitadores, contabilistas, é verdade que policias e magistrados precisamos, mas a Justiça não funciona, nos incêndios, os incendiários foram presos pela polícia e soltos a seguir.

    Os trabalhadores das Finanças, coletores, eu pergunto à Alice qual a produtividade de todas as profissões que menciona?, é uma pergunta extremamente difícil

    João Felgar

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  4. A Alice vai me explicar a mim e a outros, como é possível gastarmos 100 mil milhões com 800 mil pessoas da Função Pública, portanto temos 7 milhões que pagam esta fortuna por ano para vós sustentar, e no Privado, temos que ganhar o nosso rendimento que não vem dos 100 mil milhões euros, não vem, e ainda temos pagar as reformas a 2,5 de reformados e por isto não há dinheiro.

    Mas qualquer dia, quando não tivermos rendimento para vós pagar, não sei como fazer, faço lhe a pergunta a si, o que sugere D. Alice ?

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  5. Assim de repente, esses números estão avaliados por cima. A dívida privada é duas vezes a do estado. Só a banca privada provocou tudo o que se sabe e que nos trouxe até aqui. Mas as monarquias têm até mais funcionários públicos e muito mais bem pagos: RU e países nórdicos, por exemplo.

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  6. A república vai rebentar, vai e com este andar, vamos ter anarquia antes do tempo, já aconteceu já com a UE os policias e os professores tiveram atraso nos seus salários.

    Eu Preocupo me com o Estado Português, porque o Estado Português sou eu na Monarquia Tradicional na qual o Rei tem que ter as soluções para ajudar o povo português, todos que estiverem na minha alçada, terei que ter soluções, dinheiro para todas famílias de Magistrados, Forças de Autoridade, Forças Armadas, Saúde, Educação onde faz parte o amigo Paulo, Finanças, e além de ter que resolver o Estado, também o Rei é Rei de todos os Outros portugueses, que os Impostos que temos hoje na República grande parte deles é para serem eliminados.

    O povo Português merece ser Feliz e não ser Escravo de 800 mil funcionários Públicos, entende amigo Paulo Prudêncio.

    Nós merecemos ser iguais à Bélgica, Alemanha na gestão das pessoas e do dinheiro, por isso que peço que voltem todos os Judeus para Portugal

    João Felgar

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  7. as gorduras do Estado Republicano, são:

    TAP, BANCA, fundações, partidos, RTP, reformas vitalícias dos senadores, generais temos tantos, PPP, só precisamos de dois tipos de tribunais 1 instância e supremo, o resto encerra se, Património e alugueres chorudos, etc etc.

    Isto serve para baixar 50 mil milhões da despesa e vai eliminar custos operacionais na Máquina do Estado. E com um um PIB de 160 mil milhões, com a eliminação de mais de 60% dos impostos à população, o nosso PIB sobe.

    depois disto consolidado existem outras atividades para se implementarem de melhorias continuas

    João Felgar

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  8. Exactamente "Agora o amigo Prudencio falou na Divida. A Divida privada e a Pública ascende aos 750 mil milhões de euros". Estamos numa encruzilhada. Concordamos, caro João.

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  9. Mas eu tenho uma solução, eu tenho, mas Portugal terá que passar a uma Monarquia Tradicional, eu mesmo uma solução, mas sou um mero espetador agora e estamos a falar.

    Tenho que ter poder na Monarquia e resolvo Portugal, sem partidos alguns, nem políticos, as Lojas da Maçonaria as 54 quero na Monarquia, não sou maçon, eles fazem parte da Monarquia.

    segredo é alma do negócio, aquilo que mencionei das gorduras do estado, é para fazer

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  10. Nem mais. E um regresso à história dos últimos três milénios (D. Acemoglu e J. Robinson) centra o debate no essencial. Apesar das teses que inscrevem as riquezas naturais, a geografia, a religião ou o clima, as nações falham pela incapacidade em transformar - consistentemente durante décadas - políticas, instituições e empresas extractivas (que aglomeram a riqueza em “elites” e oligarquias) em inclusivas (que distribuem a riqueza e reduzem as desigualdades), com reflexos na economia, na cultura, nas empresas e na escolarização.

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  11. Quer dizer, na sua cabeça só os trabalhadores do privado é que produzem, os funcionários públicos estão à sombra da bananeira. Se continuar a pensar assim o mundo vai cair-lhe na cabeça.Os professores que trabalham das 9 à madrugada fora não produzem nada? experimente uma sociedade sem escola e verá o que acontece. Nunca vi tanta loja comercial a não respeitar o horário afixado na montra e a abrir e fechar quando lhe apetece. Para determinadas funções parece que os clientes têm que pedir o excelso favor de ser servidos e só por marcação, atingido o número previsto, o cliente vai sem atendimento, coisa nunca antes vista. Há muita gente a trabalhar no privado que não precisa de render.

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  12. Em matéria de educação, os profissionais da educação e outros cidadãos atentos já disseram e fizeram tudo o que havia para dizer e fazer. Os professores já invadiram as ruas em massa, coisa muito difícil de fazer, pois os professores não são fáceis de mobilizar. Houve um antes e um depois, nunca ultrapassado, a partir daí os professores desistiram reconhecendo a sua impotência perante um muro obtuso. Depois desse esforço olímpico, os professores começaram a desertar, uns para as reformas, outros para outras atividades, os que têm discernimento nem da profissão se aproximam, fugindo para outras alternativas. Só os incautos e os reféns da profissão é que continuam lá. Por isso, a pergunta certa, não é: por que razão temos falta de professores? a pergunta certa é: por que razão ainda temos professores portugueses e não nepaleses a dar aulas em Portugal.

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  13. Sem dúvida. Este blogue regista tudo isso desde 2004. Contudo, ainda há profissionais da educação, e nos mais diversos cargos e funções, que não percebem o que se passa. Neste sentido, "É preocupante que profissionais da educação, e que exercem as funções mais diversas, não percebam o défice democrático das políticas educativas. Acredito que algo de sério está a acontecer quando a sociedade não se questiona sobre a perda de direitos fundamentais."

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  14. Boa, temos debate

    Eu pergunto ao anónimo se não tem um nome?

    Acredito que os Professores, médicos, enfermeiros produzam algo, mas nada está quantificado, e então pergunto, qual a sua Eficácia para os alunos que amiga ou amigo conseguiram atingir nesses alunos na vida Pratica?

    E sei que os Professores trabalham muito mais em casa, fora da Escola, para preparar aulas, testes e as correções são em casa, pois eu entendo tudo isto, mas quem é que está ser pouco inteligente?

    O Estado Português ou os Professores que não deviam levar trabalho para casa!!! Se não o Estado devia vos pagar, ainda mais!!!

    Fico à espera do desafio e tenho a resposta certa quando você me der o seu nome, temos o amigo Paulo Prudencio que não se esconde

    João Felgar

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  15. Mas temos professores no privado, estes também se quexam ?

    Os professores, médicos, enfermeiros, contabilistas, etc, no Privado também se queixam e usufruem valores muito abaixo do que na Função Pública e além disto passam recibo verde, pergunto novamente, porquê é que só os Função Pública se manifestam?

    Os outros que dão aulas no privado, na Católica que não simpatizo muito, mas eles contratam professores, e tratam nos bem por aquilo que sei, nas Clínicas privadas, temos Médicos meninas e meninos, Enfermeiros meninas e meninos e auxiliares, queixam se?

    NÃO. No Estado todos choram e querem mais. Portanto quando me derem a vossa Eficácia de formação com exemplos práticos a conversa segue outro Rumo

    João Felgar

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  16. É verdade que vocês saem à Rua para manifestar e são os maiores.

    Vou lhe dizer uma realidade, todos os alunos que saem das escolas terminando essa escolaridade obrigatória, muitos não sabem fazer contas de cabeça, não sabem a tabuada de cor, e quando colocamos alguém com o 12 ano ou mesmo licenciado, não tem as valências necessárias para o desempenho da função, NÃO TEM, por isso o Estado cria incentivos para as empresas estágios profissionais e quem paga tudo isto?

    E estes alunos que andaram tanto a tempo a estudar, não sabem nada. Ou sabem de informática e são barras, mas o resto de Portugal, não tem nada, vem gente do Paquistão, India, Irão, Tailandia gente com um estudo que nós não temos e são países em vias de desenvolvimento.

    Querem manifestarem se novamente, com os vossos sindicatos, continuem estão a destruir Portugal aos poucos

    Para vós pagar o vosso salário qual o vosso Rendimento sr. sra. Anónimos ?

    João Felgar

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  17. "Mas temos professores no privado, estes também se quexam ?" Informe-se, João. Os professores do privado em Portugal estão em fuga para o Público sempre que há vaga.

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  18. Ok. Sou duplamente Conde: o Prudêncio e o Trilho. Espero não se acusado por conflito de interesses ou pela duplicação da reforma vitalícia se for acaso disso.

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  19. Sim é verdade, eu sei, mas o futuro da educação será privado, sei que muitos não querem ler isto, mas vai ter que ser assim e vão ganhar muito mais dinheiro que ficar no Estado.

    Agora ficou curioso, hum, e no Privado vai existir obrigatoriamente condições para um bom trabalho na escola e dos processos educativos. E a Igreja dominante terá papel preponderante. Mas isto sou eu a pensar e eu não sou ninguém

    João Felgar

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  20. Ó João: não pense muito; não dê ideias tão regressivas :)))

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  21. As reformas vitalícias são todas para eliminar e que as receba vai ter que devolver ao Estado, isto na eventualidade de voltarmos à monarquia

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  22. Ai sim? A família monárquica não recebe reforma?

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  23. Mas eu ao falar, são opiniões, eu não sou nada no Governo, não sou pessoa conhecida, não sou ministro nem secretario de estado, sou um mero participante aqui no blogs, eu posso falar na minha opinião.

    Ideias regressivas

    é a minha ideia de há muito tempo. No privado serão patrões de escolas de conselhos diretos com autonomia escolar, sem precisarem de passar todos os anos nas colocações, regressivas ai ai ai

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  24. Claro :)) e a democracia prevê a discordância e a liberdade de opinião. São valores muito elevados. Em regra, muitas pessoas só se apercebem disso quando as sociedades mudam e eliminam esses direitos fundamentais.

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  25. , eu percebi onde quer chegar

    Mas continuo a teimar e como digo noutros blogs que a Liberdade de expressão é para manter, se o conquistamos durante anos, morreu muita gente para isso acontecer, não podem ter morrido em vão.

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  26. "Com certeza, mas não será vitalício, se somos todos iguais de pleno direito na Monarquia, não vejo razão para não o serem" Vitalício para todos. Ok.

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  27. A república tem coisas boas, amigo Paulo, o que irei fazer, um benchmarking

    Aproveitar o melhor que a República tem, melhorar alguma coisa para novo desenvolvimento, o Paulo não deve saber, relativo a 100 empresas em Portugal que o Governo injeta capital nessas empresas falidas com mais de 500 trabalhadores e paga-lhes tudo, empresas que não são viáveis economicamente, as pessoas se viessem para o desemprego os números disparavam e a UE vive de hipocrisia dos números.

    Andam portugueses a trabalhar para outros, é muito mau.

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  28. está entrar na minha onda de pensamento, é bom.

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  29. Não sei se a dimensão é essa, mas é sempre preocupante.

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