"A “Lua do Esturjão” deixou o mundo de olhos postos nos céus"
O solstício que regista o início do verão no hemisfério norte coincide, hoje, com uma lua de morango. A última vez que aconteceu foi em 1962 e repetir-se-á em 21 de Junho de 2062.
Como o nevoeiro de verão no oeste não ajuda :), publiquem-se imagens.
Os escondidos nos "mercados" não se cansam de reduzir a despesa do estado com a Educação. Para sentenciarem a discussão, lançam, com ar de irrefutabilidade, um qualquer número estratosférico. Já estamos na cauda da Europa e não tarda confundimos buracos negros com contas públicas.
"No coração de muitas galáxias, ou mesmo de todas, encontra-se um buraco negro monstruoso, desconfiam os cientistas. A nossa galáxia, a Via Láctea, também tem o seu devorador de matéria e luz. Agora uma equipa internacional de astrónomos descobriu dois buracos negros, no centro de duas galáxias, que são os maiores alguma vez detectados: cada um tem cerca de dez mil milhões de vezes a massa do Sol e ocupam um espaço equivalente a cerca de cinco vezes a distância do Sol a Plutão. (...)"
Escrevi algumas vezes: "(...) Não me tiram do seguinte raciocínio: uma barca de tresloucados deve ter atracado ali para os lados de Peniche e os tripulantes invadiram S.Bento, o ME e outras áreas do sistema escolar (...)".
Quando leio esta notícia começo a ter algumas certezas.
"Tem sete planetas em órbita, um é rochoso e pouco maior do que a Terra e está a 127 anos-luz de distância. É o sistema solar mais parecido com o nosso descoberto até agora.(...)"
(encontrei esta imagem aqui)
Portugueses à procura de vida fora do sistema solar
"Há uma equipa de cientistas em Portugal envolvida na construção de um instrumento que poderá vir a detectar planetas com uma massa igual à da Terra. A missão do Espresso (Echelle SPectrograph for Rocky Exoplanet and Stable Spectroscopic Observations) é procurar e detectar planetas parecidos com a Terra, capazes de suportar vida.
A liderar a equipa em Portugal está o astrofísico português Nuno Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, que já participou na descoberta de outros exoplanetas. É mais uma prova de que cada vez menos precisamos de foguetões, viagens e astronautas para chegar ao que pode estar além do céu.
"A ideia é encontrar um planeta que esteja a uma tal distância da sua estrela que possa ter água límpida, que possa ter vida. Para detectar planetas nestas condições é preciso um instrumento como este", anuncia Nuno Santos, considerando que este será um passo decisivo para a procura de outras vidas fora do planeta Terra.(...)"