quarta-feira, 28 de outubro de 2009

da blogosfera (006)

 


 



Foi daqui.


 


 


 



Isabel não calçada nem calcada, a nova ministra da educação…, aqui.


 




"Se a Isabel, ministra, a tal que é Alçada e não calcada (não Calçada e também não Teresa), naturalmente se assumir a ela própria tal como foi e é, sem outros desnecessários -vãos e inglórios- heterónimos e pseudónimos (literários ou não), garanto-vos: a Isabel, a tal que agora não é calcada nem cilindrada,  será uma óptima(?) Ministra da Educação!





Porém (não há bela sem pelo menos um senão), só o será se se assumir, perante Sócrates e seus súbditos politiqueiros anões intelectuais, tal como a conheci antes e muitos de nós a conhecemos ainda hoje: honesta, geradora de consensos, apaziguadora, aberta à inovação e, mais do que boa ouvinte -que o é de facto, in juris-, conseguir ser menos ‘replicante’ do discurso oficial e ser mais falante do controverso e confuso estado de alma da educação em Portugal e no mundo ocidental.





Sei(!) que ela é, de entre todo o elenco ministerial que agora tomou posse, a que, se quiser, mais se aproxima do novo paradigma político transnacionalproactivo: a de pertencer e a de contribuir activamente para a renovadora universalização  da  ‘Geração Obama’(!)





Conseguirá a Isabel (a tal que é Alçada e não calcada), ser ela própria sem outra desnecessária ficção que não seja a de que ‘ela somos nós’?… (OBs. Em futuro post explicarei este meu conceito).





Sou franco: virtualmente a Isabel, não calcada, é a melhor ministra da educação do pós 25 de Abril. A minha verdade (in)confessa é a de que ela nunca terminará o que a partidocracia (particularmente a socrática) não lhe permitirá começar.





E a Isabel, já pensou nisto? Quer, ou não, fazer parte da geração Obama? Respondo: por ela sei que sim; pelo seu novo pseudónimo político, talvez(?) não.



 


Beijos à Isabel! Até já."


 


 

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