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quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Há milhares de Israelitas e de Palestinianos que viveriam em paz no mesmo país

Tenho a certeza que há milhares de Israelitas e de Palestinianos que viveriam em paz e em democracia num só país naquela zona martirizada, mas que também aceitam dois países democráticos que vivam em paz e boa convivência. Mas neste tempo de tanto ódio, fanatismo, desinformação e ganância, até nos podemos esquecer das coisas boas que uns e outros conseguem fazer. Escolhi um vídeo de poucos minutos que "requer" áudio. É da Batsheva Dance Company, de Israel, com coreografia de Ohad Naharin.


 


segunda-feira, 22 de agosto de 2022

quinta-feira, 10 de março de 2022

Dança

Gosto de bailado.


Recordo com saudade a companhia de dança da Fundação Gulbenkian coreografias inesquecíveis.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Dançar Kyrlián, Bigonzeti e Duato

CNBkyllian.jpg


2ª edição. 1ª edição em 5 de Abril de 2006.


Tive uma fase na vida em que pensei na coreografia como a minha futura actividade profissional. Desde cedo que percebi que a dança, como espectáculo, podia ser a totalidade: misturava-se a encenação com a música através da mais bela expressão corporal; e na maioria dos casos, e no que à dança contemporânea se refere, o tempo consomia-se de enfiada. A primeira vez que fiz um pequeno estágio com um coreógrafo profissional, algures na década de 70, foi um deslumbramento: para um jogador de basquetebol, foi uma surpresa marcante perceber as similitudes que o meu querido jogo tinha com a mais exímia das artes corporais. Ficou, definitivamente, inscrita na minha massa cinzenta. Tenho sido um cliente mais ou menos assíduo do inesquecível Ballet Gulbenkian. Mas a companhia, obedecendo aos doutos critérios da sua administração, fechou as portas. Ao que julgo saber, o seu público, fiel e apaixonado, procura a redenção na Companhia Nacional de Bailado. Com residência no parque das nações, mais propriamente no moderno Teatro Camões, a CNB, criada em 1977, tem desde 2002 como Director Artístico Mehemet Balkan. A Direcção da CNB resolveu homenagear o Ballet Gulbenkian. Escolheu três coreógrafos, todos eles figuras fundamentais da dança contemporânea europeia, revelados ao público português pela extinta companhia. Jirí Kyrlián, Nacho Duato e Mauro Bigonzetti, montaram um espectáculo muito interessante. Senti-o na noite de 25 de Março de 2006. Mauro Bigonzetti coreografou “Kasimir´s Colours”, com referência ao pintor russo Kazimir Malevich e com música de Dimitri Shostakovich. Resultou bem. Os contrastes e as simetrias das colorações do pintor traduziram uma forte alegria em palco. A coreografia foi dançada a pares, estando, por vezes, dois e três em palco. O último movimento tinha 18 bailarinos, aspecto que me fascinou de modo particular. Jirí Kyrlián optou por “Return to a Strange Land”, uma coreografia intimista e muito exigente, composta apenas por grupos de dois e de três. Cenários minimalistas, jogos suaves de luz e música de Leos Jonácek. Belíssimo. Por fim a festa. Nacho Duato trouxe-nos “Por vos Muero”, inspirado na música espanhola dos Séculos de Ouro e numa ideia inter-classista que reflectia, na dança, a cultura dos séculos XV e XVI. Sempre com grupos de 6 em palco e com cenários lindíssimos, Nacho Duato encheu-me a alma. A companhia tem excelentes executantes e uma característica a reter: tem gente das mais variadas partes do mundo. Uma lamentação (eu sei que não podiam estar todos): gostava que tivessem convidado o inigualável Ohad Naharin - quem não se lembra de Axioma 7, Minus 7 ou Queens/Black Milk.

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Dança em 2 Minutos

 


Tenho saudades dos espectáculos do "Ballet Gulbenkian" e dos momentos que oscilavam entre o  "mainstream" e a ousadia.


Ohad Naharin, o renomado coreógrafo israelita, foi convidado por diversas vezes: os seus "Axioma 7" (com cadeiras em meia-lua do princípio ao fim) e "Minus 5" (da série "Minus" que obriga à presença de público em palco) proporcionaram momentos inesquecíveis; com muitos bailarinos em palco e com uma conexão muito conseguida com o público.


Ohad Naharim transformou o ballet moderno numa festa com características muito próprias e inovadoras. Uma faceta que sempre me fascinava era quando se decidia pela utilização de cadeiras em palco.


Encontrei um vídeo de 2 minutos. Ora clique.


 



 

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Minus 16 de Ohad Naharin

 


 


 


 



 


9º Festival ao Largo


27 de Julho de 2017


Companhia Nacional de Bailado


Minus 16 de Ohad Naharin


 


Como ainda não há vídeo,


fica um original

domingo, 2 de julho de 2017

de Paterson ao Síndrome

 


 


 



 


 


"Paterson" (trailer no fim) é o último, e imperdível, filme de Jim Jarmusch. Tem como intérpretes principais Adam Driver, Golshifteh Farahani e Helen-Jean Arthur. Para Pedro Mexia, no Expresso, é "uma investigação sobre o equilíbrio entre a felicidade e a banalidade". É muito interessante para quem acabou de ler "O leitor do comboio" de Jean-Paul Didierlaurent. A sinopse do Público diz:



"Paterson é um motorista de autocarro na cidade de Paterson, em Nova Jérsia (EUA). A sua rotina diária é sempre igual: acorda exactamente à mesma hora, vai trabalhar, regressa para os braços de Laura, a namorada, passeia Marvin, o cão, bebe uma única cerveja no bar de um amigo e escreve poesia, não necessariamente por esta ordem. A sua vida é tranquila e a sua existência discreta. Paterson está apaixonado por Laura e ela por ele. Ele apoia os sonhos e projectos mais arrojados da namorada; ela incentiva-o e inspira-o na escrita dos seus poemas. É assim todos os dias."



Em "Síndrome" (vídeo no início), o último bailado de Olga Roriz, também imperdível, as pessoas estão todas perdidas. Não se trata da continuação do apartamento da guerra em Alepo (o anterior bailado da coreógrafa, "Antes que matem os elefantes"), mas é impossível não ver ligações. O tempo o dirá. "Síndrome é uma miragem. O lugar está lá antes de tudo mas não existe.(...)"


 



 

sábado, 24 de dezembro de 2016

saudades

 


 


 


Gosto de bailado. Tenho saudades da companhia de dança da Fundação Gulbenkian. Algumas coreografias foram inesquecíveis.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

coreografias e coreografias

 


 


 



 


 


Gosto muito de bailado. Tenho saudades da companhia de dança da Fundação Gulbenkian. Algumas coreografias foram inesquecíveis e mereceram ser notícia.


 


E lembrei-me disso quando questionei há pouco os critérios jornalísticos que levaram a que esta outra coreografia fosse notícia. Que raio de coisa, realmente.