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domingo, 29 de dezembro de 2013

dos enigmas

 


 


 


 


Este paradoxo, mais ou menos recente, de empurrar as pessoas para a reforma antecipada enquanto se insiste no aumento da idade de aposentação tinha que ter uma explicação. Foram uns tiques que se notaram nos últimos governos socialistas, mas que o Governo em exercício transformou em prioridade. Tecnopolíticos como Gaspar, Rosalino, Moedas e por aí fora são parte interessada, idiotas úteis ou membros de alguma seita tal a aceleração que colocaram na engenharia social e financeira que nos pode arrastar para mais caos dentro de poucos anos.


 


Alguns especialistas da economia global consideram que as grandes guerras da privatização estão focadas nos fundos de pensões. Os financeiros de casino parece que andam doidos atrás desses fundos e que o volume de pensionistas (em número e em montantes, digamos assim) de cada caderneta é o must do negócio. Já se imaginou o que pode provocar uma bolha destes fundos se ainda por cima a cruzarmos com a privatização dos sistemas de saúde? Só há negócio nestas intenções. Procura-se mais rendimento para os produtos financeiros e despreza-se a ideia de que as classes média e baixa sejam constituídas por pessoas.


 


 


 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

enigma

 


 


 


 


 


Pouco depois da explosão da bolha imobiliária de 2008 o Governo português, que afirmava o controle orçamental, lançou um dispendioso e apressado programa de obras públicas que incluiu a "festa" da parque-escolar-sa e foi apoiado, e incentivado, pela comissão europeia e pela Alemanha (com quem tinha boas relações, de resto)


 


No ano seguinte, e em plena campanha eleitoral, aumentou os funcionário públicos e gostava de saber se o poder central europeu discordou.


 


Fiquei perplexo com as duas decisões.


 


Pareceu-me que só podia acabar em tragédia e foi nessa altura que percebi a inevitabilidade da bancarrota. Ao buraco bancário acrescentámos a derrapagem das contas do Estado.


 


É, portanto, um enigma que a austeridade em curso no sul da Europa seja perpetrada pelo mesmo centralismo como se tivessem chegado em 2010.