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domingo, 3 de julho de 2016

da descida da Europa

 


 


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A crise europeia agudiza-se. Já são de vários quadrantes os que apontam a "sovietização" das estruturas centrais europeias (o euroviete, tal a sumptuosidade) e o desnorte confirmou-o na imposição de não eleitos: os draghis e os montis (e não está sequer em causa a competência de ambos, o que se eleva é a fragilidade do modelo europeu).

Mário Draghi foi alertando para a perda de independência dos estados europeus, enquanto na Europa do Sul se esgrimiam textos constitucionais. Os paradoxos e os Governos obedeceram aos ditames não sufragados.

A polémica orçamental pode ser mais um ponto de partida para a inadiável discussão da Europa. O federalismo e o modelo norte-americano estão sempre presentes. Ao contrário da "estática" Europa, os "dinâmicosEUA têm sido mais pujantes e dominadores. O modelo europeu nunca será uma cópia e só perde enquanto a espera for dominada pelas políticas de afunilamento defendidas por Wolfgang Schäuble.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

do Brexit

 


 


 


 


"Não podemos reciclar uma saqueta de chá ou as crianças com menos de oito anos não podem estoirar balões", são dois exemplos risíveis apresentados por Boris JohnsonMayor de Londres, que defende a saída do Reino Unido da União Europeia. Sem dúvida que a máquina de Bruxelas e Estrasburgo, com as suas benesses ilimitadas não pode sequer acusar de invejosos os eurocépticos, põe-se a jeito e traz à memória uma espécie de "euroviete supremo". Adensam-se as preocupações e é mais uma encruzilhada europeia que parece exigir mais integração e muito mais humildade.


 


 


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