Mostrar mensagens com a etiqueta gilles châtelet. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta gilles châtelet. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 19 de junho de 2014

dos reconhecimentos

 


 


 


 


 


 


 



Os professores portugueses reconhecem com facilidade as figuras retratadas no texto.


 


 


 


"(...)O socioeconomista von Hayek (Frederich A. von Hayek, "La Route de la servitude" (PUF, 1993)) observa que o poder que emana de um particular expressamente determinável - de um "tirano" - se torna rapidamente odioso, e certamente bastante mais insuportável do que as pressões exercidas por uma entidade anónima e não localizada - uma opinião pública ou um mercado - entidade que seriamos tentados a qualificar de ventríloqua. É por isso que o caos das opiniões, das ofertas e procuras económicas particulares força o respeito - como todas as entidades ventríloquas, com vozes sem rosto que falam com as suas vísceras.(...)"


 


 


Châtelet, Gilles (1998:38)


"Vivermos e pensarmos como porcos"


(sobre o incitamento à inveja e ao tédio


nas democracias-mercados).


Temas e Debates. Lisboa.


 


 


 


 


sábado, 7 de setembro de 2013

da natureza das coisas

 


 


 


Os dos achamentos essenciais do género-Nuno Crato (não restam dúvidas do back to basics mais retrógrado e estou a pesar bem e não incluo "ajustamentos" financeiros) acrescentam sempre enfoques desesperados na formação de mão-de-obra para as "gorduras" cortadas. É mais uma contradição ideológica dos ultraliberais.


 


O abandono escolar das mãos, seja nas artes, nas tecnologias ou demais actividades (que incluem os manga de alpaca modernos e desculpem dito assim, mas é para ser sucinto e para evidenciar que ler, escrever e contar também são feudalizados nos tempos que correm) não salva a maioria silenciosa que não "pensa", nem a legião de operários e de camponeses que só se ouve quando as mãos se tornam bélicas e nem os intelectuais que decretaram, e bem, a mecanização como instrumento feudal. Mas há mais, há ainda os dos achamentos essenciais que prestam vassalagem.


 


Há saídas: há e mal seria se não houvesse. O que falta, é perceber a dignidade das mãos e a sua libertação do estigma da mecanização. Mãos livres. Mas é exactamente o que os promotores dos achamentos essenciais fatalmente não percebem, como descreve Gilles Châtelet (1998:72).


 


 



 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

as duas?

 


 


 


"Poder-se-á reduzir a humanidade a uma mera soma estatística de cidadãos-consumidores que se vão entredevorando pelo tédio e pela inveja?" É difícil generalizar como Gilles Châtelet, mas prevalece a impressão que são os consumidores, e não os empresários, quem faz os mercados. Os sábios, como hoje se classificam pessoas como Steve Jobs, "limitaram-se" a antecipar o que os consumidores desejariam ou criaram-lhes o desejo? Ou combinaram as duas?

terça-feira, 13 de novembro de 2012

sobre a natureza das coisas

 


 


 


 


 


Tem sido sempre assim: os dos achamentos essenciais do género-Nuno Crato (não restam dúvidas do back to basicis mais retrógrado e estou a pesar bem e não incluo "ajustamentos" financeiros) acrescentam sempre enfoques desesperados na formação de mão-de-obra nas "gorduras" cortadas. É mais uma contradição ideológica dos pseudo-liberais.


 


O abandono escolar das mãos, seja nas artes, nas tecnologias ou demais actividades corporais (que incluem os manga de alpaca modernos e desculpem dito assim, mas é para ser sucinto e para elencar, e evidenciar, que o ler, o escrever e o contar também são feudalizados nos tempos que correm) não salva a maioria silenciosa que não "pensa", nem a legião de operários e de camponeses que só se ouve quando as mãos se tornam bélicas e nem os intelectuais que decretaram, e bem, a mecanização como instrumento feudal. Mas há mais, há ainda os que citarei mais à frente e a quem os dos achamentos essenciais prestam, de forma consciente ou não, vassalagem.


 


Há saídas: há e mal seria se não houvesse. O que falta, se me permitem, é perceber a dignidade das mãos e a sua libertação do estigma da mecanização. Mãos livres. Mas é exactamente o que os promotores dos achamentos essenciais fatalmente não percebem e com isso servem os que Gilles Châtelet (1998:72) escolhe como apontados.