Impressionou-me, no final de dois ou três jogos, o descontrolo emocional dos jovens jogadores brasileiros. Lembrei-me demasiado dos gladiadores dos circos romanos. Este campeonato tem tido muito descontrolo emocional e não apenas por parte dos canarinhos.
Já tinha registado também a fragilidade organizacional da equipa que dispõe do melhor conjunto de jogadores. Hoje conjugaram-se os dois factores negativos e a Alemanha não perdoou.
Há muito que apoio o Brasil nestas competições, mas desta vez os nossos irmãos não estavam preparados para mais. Falta saber como seria se o capitão e Neymar tivessem jogado, mas não me parece que fosse muito diferente.