"Rede montada pelo líder de grupo de tráfico de pessoas em Beja continua ativa.
Junta de Freguesia comunista fez um contrato com uma empresa investigada."
Os meus textos e os meus vídeos
sábado, 6 de dezembro de 2025
Belisque-se
sábado, 1 de novembro de 2025
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
Falhas do algoritmo
"AIMA dá ordem de expulsão a imigrantes com filhos portugueses. Governo diz que notificações por causa de alerta SIS não reconhecem se as pessoas têm filhos e que imigrantes podem recorrer. AIMA afirma que cidadãos podem pedir agendamentos."
domingo, 10 de agosto de 2025
sábado, 12 de dezembro de 2020
sexta-feira, 24 de julho de 2020
21 Marroquinos
É importante recordar que os portugueses emigraram aos milhares para França durante a ditadura. Também eram ilegais. Para além da memória histórica ser curta, são 7 dezenas de pessoas; e que fossem mais, muitas mais.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
segunda-feira, 24 de abril de 2017
dos portugueses em Londres e do 25 de Abril
A Grã-Bretanha, talvez mais a Inglaterra, vai preparando a saída da União Europeia. Ao que percebo, os ingleses só querem aceitar emigrantes com formação superior que se destinarão, em regra, aos empregos que os britânicos rejeitam. Já se formam filas de espera para não perder o visto; e o emprego. E quais são as nacionalidades desses candidatos? Em primeiro lugar, portugueses e espanhóis. Ou seja, a geração mais escolarizada de sempre, com o financiamento da escola pública até ao superior ou com as altas propinas pagas pelas famílias no superior privado, tem este destino. Em Portugal, e a exemplo dos "camareros espanhóis", "só há" empregos com décadas de precário ou abaixo do salário mínimo mais mínimo da Europa do euro. Custa a engolir para quem festeja amanhã 43 anos do 25 de Abril.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
pior do que o mundial de futebol...
... é a emigração que, pelo quarto ano consecutivo, supera para aí no quádruplo a imigração. No último ano foram mais 60 mil pessoas. É uma emigração estrutural. Quem parte não regressará tão depressa e sabemos que "um milhão de portugueses reside noutro país da união.
São números preocupantes de vários pontos de vista, que afectam principalmente os sectores económico, demográfico e social e que alteram o nível da segurança social e da sustentação de todo o sistema. A população jovem está a abandonar país com consequências graves na natalidade.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
e metemos 30 na mesma sala de aula
"Portugal "perdeu" quase um milhão de crianças em trinta anos", diz o INE, mas o Governo para além da troika decidiu, pela voz de Crato, que "(...)"uma turma com 30 alunos pode trabalhar melhor do que uma com 15. Depende do professor e da sua qualidade (...)" e retratou o que acontece nos países asiáticos com democracias muito musculadas. É mais um ministro que não consegue ter voz política ou que não está a defender a escola pública e a igualdade de oportunidades.
Com o empobrecimento associado à queda da natalidade e à alteração de sentido dos fluxos migratórios, exigia-se que Portugal aumentasse a qualidade do ensino e reduzisse o abandono escolar. E só quem nunca pôs os pés numa sala de aula de um país com as nossas características é que não pecebe a diferença entre 24 e 30 no limite do número de alunos por sala de aula.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
assim vai a europa
Bem sei que a Suiça fez a escola na neutralidade e que tem sido uma das excepções na ideia de União Europeia (o que permite, por exemplo, a lavagem legal de dinheiro), mas as restrições à imigração são mais um sinal de que as novas gerações já não têm "memória" da segunda guerra. É de alguma forma o que se passa Portugal com a "memória" do que levou ao 25 de Abril de 1974. E tudo muito naturalmente, claro.
As gerações que decidiam na Europa, nas décadas de vinte e de trinta do século passado, não levaram qualquer vacina especial e, em termos históricos, estão à distância de um piscar de olhos. Os europeus que defendem estas restrições só perceberão os efeitos da coisa se um dia sentirem na pele a sua aplicação.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
o inverno da investigação
Dentro de duas décadas, se tanto, não teremos investigadores dedicados às Humanidades e Ciências Sociais e será difícil contratar professores para essas áreas.
A perplexidade com o desleixo do MEC acentua-se quando percebemos a preocupação de Nuno Crato com a formação de alguns professores do primeiro ciclo (onde há excesso de oferta) enquanto reduz a carga curricular nas Humanidades e Ciências Sociais (para não falar das Artes, das Expressões ou das disciplinas das ciências experimentais) e provoca ainda uma hecatombe na investigação nessas áreas. Entretanto, um SE do Governo propõe-se aliciar imigrantes de "elevado potencial" e despreza os jovens adultos que emigram diariamente.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
nem dá para acreditar
O membro de Governo Pedro Lomba quer aliciar imigrantes de "elevado potencial" quando o país vê saírem todos os dias os seus jovens adultos da geração mais formada de sempre. Estes governantes parece que gozam com a desgraça alheia para além de usarem uma linguagem que irrita um bocado.
domingo, 29 de janeiro de 2012
aprendizagens provocadas
Angola está a aplicar "com rigor as boas práticas internacionais sobre migração", diz Luanda. Pois é. Portugal passa a vida a impedir a entrada de cidadãos angolanos (21 nos últimos sete dias) e Paulo Portas pede explicações por causa do veto angolano à entrada de portugueses; e logo o actual ministro que era um acérrimo defensor do encerramento de fronteiras aos fugitivos do "terceiro mundo".
O que acabou de ler é mais uma lição para os ex-impérios situados no sul da Europa. A Grécia, a Itália, a Espanha e Portugal foram centros do mundo e pioneiros na globalização, mas assemelham-se a aristocratas falidos que se arruínam convencidos da intemporalidade dos pergaminhos familiares. O mundo actual, o das oportunidades para os emergentes, é, talvez, mais igualitário do que nunca e exige relações internacionais em posição de igualdade.
Tenho ideia que no virar do milénio, e quando nos regozijávamos por pertencermos ao clube dos ricos, a nossa população olhava com superioridade o impedimento à entrada de imigrantes-pobres-e-não-qualificados. Nunca se pensou que o efeito boomerang fosse tão rápido.
-
O discurso, em Davos, de Mark Carney, PM do Canadá, é corajoso. O texto - a prosa é mesmo sua e publico a tradução como recebi por email de...
-
O cartoon "One year of Trump" é de Gatis Sluka. Encontrei-o na internet sem restriçoes de publicação. Sabemos que o centro de gr...
-
O Correntes mudou de casa. A nova morada é em https://correntesprudencio.blogspot.com/ A mudança da SAPO para o Blogspot deve-se ao encerr...