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segunda-feira, 12 de abril de 2010

(des)ordem

 


 


Já escrevi por diversas vezes: sou adepto da responsabilidade individual, não sou dado ao planeamento de momentos, tipo manifestação, que envolvam um grande número de pessoas, em regra apoio as acções de luta e depois reflicto sobre os efeitos.


 


Sei da importância das corporações e reconheço validade às organizações destinadas a defender a profissionalidade dos diversos grupos. Não tenho militância partidária - nunca tive e dá-me ideia que não virei a ter - e sindicalizei-me na primeira hora porque entendi essa acto como uma exigência de cidadania político-profissional, digamos assim. Fiz parte da direcção de um sindicato (organizava jornadas pedagógicas) mas demiti-me ao fim de seis meses - tinha entre 25 a 30 anos de idade -; percebi que a nossa capacidade de decisão estava noutro local.


 


Tudo isto para escrever que a ideia de uma ordem de professores me é indiferente.

domingo, 3 de janeiro de 2010

uma ordem de professores

 


 



Foi daqui


 


 


 


 


... na opinião de José Luiz Sarmento; aqui. Independentemente de se estar, ou não, de acordo com a criação de uma ordem de professores - confesso que não tenho opinião formada sobre o assunto - este texto merece uma atenta leitura.